Na obra, cada letra da sigla LGBTQIA+ é representada por um personagem que conta suas experiências e desafios
A Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (Ascom/MDHC) lançou um minidocumentário intitulado "Eu Sempre Fui" como parte de sua campanha "Direitos Humanos pra Quem?". O documentário, disponível no YouTube, busca esclarecer os termos da sigla LGBTQIA+ e compartilhar as histórias de vida de pessoas que fazem parte dessa comunidade.
“Direitos Humanos pra Quem?” tem como objetivo desmistificar a ideia de que os direitos humanos são apenas para pessoas que cometeram crimes e ressaltar a importância do respeito e dignidade a todas as pessoas, independentemente de suas condições.
Como resultado, nasce o minidocumentário “Eu Sempre Fui”, lançado no início de dezembro como parte da segunda etapa da campanha. A produção apresenta diferentes pessoas LGBTQIA+, cada uma representando uma letra da sigla, que compartilham suas experiências de vida e desafios.
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Entre os entrevistados está Vidda, uma pessoa intersexo que foi submetida a duas cirurgias sem seu consentimento, aos seis anos de idade, para se adequar a um determinado sexo/gênero. “Intersexo é essa ‘forma de vida’ que se apresenta e que não traz qualquer prejuízo ou risco à saúde da pessoa.
No entanto, a sociedade, pelo desejo que tem de manter os corpos em formatos binários, mesmo que os nossos corpos não se acomodem de nascimento a essa situação, é que me colocou sujeito, ao longo da minha vida toda, a diversos abusos e situações de violações de direitos humanos”, relata, no filme.
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A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat , também compartilha sua história como uma mulher trans e as dificuldades que enfrentou para estabelecer um relacionamento mais próximo com sua mãe.
Fonte: com informações do Portal iG
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