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Geral - 22/03/2023

'Não morda este merda. Vai pegar câncer', disse advogado a cão Pipoca sobre vizinho

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Foto: Reprodução

A má fama de Cledmylson Lhayr Feydit se estende ao fiel companheiro dele, o cão Pipoca, conhecido pelo temperamento controverso

Autor em uma série de ocorrências policiais por injúria, ameaça e lesão corporal, o advogado Cledmylson Lhayr Feydit Ferreira, 60 anos, é visto nas proximidades do prédio onde reside, no Sudoeste, como o vizinho encrenqueiro. A má fama se estende ao fiel companheiro dele, o cão Pipoca, conhecido pelo temperamento controverso. Em uma das apurações, o tutor do cão se envolveu em uma confusão com um outro morador.

 

O caso é antigo, de 19 de agosto de 2019. A vítima contou à polícia que deixava seu apartamento e caminhava pelo corredor quando deu de cara com Pipoca, que passou a cheirar suas pernas. O advogado, que tomava café no refeitório na companhia de um funcionário do prédio, deu um alerta ao seu cão: “Vem Pipoca, vem! Não morda esse merda, você vai pegar um câncer”.

 

Indignado, o vizinho se dirigiu à 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro), para registrar boletim de ocorrência. Procurado pela polícia na época da confusão, Cledmylson Lhayr, afirmou que não xingou o vizinho e pontuou que a versão da vítima não era verdade. O advogado relatou que, na data em questão, estava tomando café com um funcionário e, após as reclamações do vizinho, apenas fechou a porta do local.

 

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Desde 2019, o advogado é alvo de diversas ocorrências policiais, a maioria devido ao comportamento agressivo do cachorro e do tutor. Nas redes sociais, Pipoca “posta” fotos e vídeos se referindo a Cledmylson como “mordomo”. O pet aparece passeando no lago e cercado de carros importados, e até mesmo ao lado de uma aeronave.

 

A última confusão envolvendo a dupla resultou na detenção de Cledmylson Ferreira. O homem agrediu uma mulher, também advogada, após ser repreendido por andar com o cão sem coleira nem guia.

 

cachorro

 

Giselle Piza, 39, afirmou que Cledmylson Ferreira estava com Pipoca solto em um estacionamento na tarde de segunda-feira (20/3). Dona de um shih-tzu, ela alertou o homem sobre o risco de ocorrer um ataque, já que o pet dele é bem maior e estava sem a guia. A advogada, então, chamou a polícia.

 

Cledmylson tentou fugir, e Giselle pegou o celular para fotografar a placa do carro dele. Ao ver que a mulher estava gravando, o advogado tomou o celular das mãos dela e a agrediu. A confusão foi registrada por pessoas que passavam pelo local.

 

Dupla do barulho

 

Mulher agredida no Sudoeste


Em fevereiro deste ano, Cledmylson foi denunciado por um policial após se envolver em um acidente de trânsito. De acordo com a ocorrência registrada na 5ª Delegacia de Polícia (área central), o advogado dirigia com o braço para fora do veículo. O cão do suspeito também estava pendurado na janela. Com a visão do retrovisor comprometida, Cledmylson teria fechado o carro do policial e fugido em seguida.

 

Em novembro do ano passado, o advogado foi denunciado na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam I), na Asa Sul, por lesão corporal e injúria racial. De acordo com a vítima, uma mulher de 55 anos, ela estava com um grupo de sete pessoas, na entrequadra QRSW 2/3, com os seus respectivos cachorros, quando Pipoca, sem coleira e longe do tutor, se aproximou e começou a tentar mordê-la.

 

Mulher agredida no Sudoeste

 

A vítima detalhou que o animal ficou rodeando e tentando avançar por cerca de uma hora. Quando o dono do cachorro chegou, disse que o cão agiu de forma agressiva porque as vítimas eram “feias” e que Pipoca tentou morder porque a mulher estava com a “namorada”. O advogado, segundo a vítima, teria a ofendido dizendo que ela era “bandida” porque é “negra”. Durante a discussão, o suspeito viu que a mulher estava gravando e a derrubou. A vítima ficou com lesões no pescoço e na cabeça.

 

Uma outra ocorrência de injúria foi registrada em janeiro de 2020, quando Cledmylson discutiu com um vizinho de 66 anos também por causa do cachorro. O suspeito teria ofendido o morador ao chamá-lo de “viado” e mandado ele “falar grosso”. Na ocasião, a vítima não rebateu, apenas seguiu filmando com o celular.

 

Mulher agredida no Sudoeste

Fotos: Reprodução

 

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Quando soube que os moradores haviam registrado denúncia na polícia, o agressor, segundo testemunhas, fez ameaças dizendo que, se alguém falasse alguma coisa contra ele, iria “caçar as cabeças e perseguir o dia inteiro”.

 

Em 2019, o suspeito foi alvo de denúncias após confusão em um encontro de cães no Sudoeste. Vizinhos contaram que o autor costuma sair com os cachorros sem coleira e que é extremamente rude com os moradores. Durante uma discussão, o advogado chamou um dos vizinhos para uma briga e afirmou que levaria dois cachorros grandes para a quadra e “veria quem iria tirá-lo de lá”, já que ia colocar os animais para “morder os incomodados”.

 

O Metrópoles tenta, sem sucesso, contato com Cledmylson. O espaço segue aberto.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoless

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