Ministério do Esporte reforça ações para consolidar o legado social, esportivo e econômico do torneio que será realizado pela primeira vez na América do Sul
A 400 dias da realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, o Ministério do Esporte intensifica o planejamento para garantir que o maior evento do futebol feminino mundial deixe um legado duradouro para o esporte brasileiro e para as mulheres. O torneio, que será realizado pela primeira vez na América do Sul, mobiliza diferentes áreas do governo do Brasil em torno de ações estruturantes, inclusão social, desenvolvimento econômico e fortalecimento do futebol feminino.
O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, destacou o trabalho integrado da equipe responsável pela preparação do Brasil para receber a competição. “Estamos a 400 dias da Copa mais brasileira do mundo. O Ministério do Esporte trabalha diariamente para que o país realize a maior Copa do Mundo Feminina já promovida na América Latina, deixando um legado permanente para o esporte brasileiro e para as mulheres”, afirmou o ministro.
O secretário-executivo do Ministério do Esporte, Ivo Almeida, ressaltou que os impactos da competição vão além das quatro linhas. “A Copa vai transformar espaços, gerar oportunidades e aproximar ainda mais o esporte da vida das pessoas. Estamos construindo um projeto que dialoga com inclusão, desenvolvimento social e acesso ao esporte em todas as regiões do país”, declarou.
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Foto: Reprodução/Google
A secretária extraordinária para a Copa do Mundo Feminina 2027, Juliana Agatte, enfatizou o papel inspirador do torneio para novas gerações. “A Copa do Mundo Feminina de 2027 será uma oportunidade histórica para inspirar meninas a ocuparem todos os espaços do esporte. Queremos fortalecer sonhos, ampliar oportunidades e consolidar um legado que permaneça por muitos anos”, destacou. Para o secretário nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, Patrick Corrêa, o Brasil mostrará ao mundo sua capacidade de organização e paixão pelo futebol.
“O país se prepara para apresentar ao mundo a sua cultura, sua paixão pelo futebol e a capacidade de fazer história. O Brasil também avança cada vez mais no investimento ao futebol feminino, desde a base até o alto rendimento”, afirmou. A secretária nacional de Excelência Esportiva, Iziane Marques, destacou os investimentos no desenvolvimento esportivo. “Essa Copa evidencia a força do esporte brasileiro e o talento das nossas atletas. O governo federal tem ampliado os investimentos em quem representa o país e fortalece o esporte nacional”, disse. O secretário nacional de Paradesporto, Fábio Araújo, reforçou o compromisso com acessibilidade e inclusão. “Queremos uma Copa acessível, inclusiva e representativa, porque o esporte deve ser um espaço para todos os brasileiros”, afirmou. Já o secretário nacional de Apostas Esportivas e Desenvolvimento Econômico do Esporte, Giovanni Rocco, destacou os impactos econômicos da competição.“A realização de uma Copa do Mundo movimenta o esporte, impulsiona a economia e gera empregos em todo o país. O Brasil está preparado para viver esse momento histórico”, avaliou.
A presidente da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, Adriana Taboza, ressaltou a importância da integridade esportiva. “Todo esse processo deve caminhar junto com ética, respeito e jogo limpo, valores fundamentais para o esporte”, afirmou. A secretária nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social, Ludimila Ferreira, destacou o alcance social da competição. “Quando falamos em legado, falamos do esporte chegando às escolas, às comunidades e transformando a vida das pessoas”, pontuou.
Fonte: com informações Gov
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