Mediador do conflito, país afirma que partes estão "mais perto do que nunca" de um entendimento
Um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã pode ser concluído nas próximas 24 horas, conforme anunciado pelo governo do Paquistão, que atua como mediador crucial no conflito. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, informou na rede social X que as partes estão “mais perto do que nunca” de um entendimento, com assinatura eletrônica prevista para breve e discussões técnicas na próxima semana.
Após semanas de negociações estagnadas, Washington e Teerã revelaram nos últimos dias a proximidade de um acordo para encerrar o conflito, que teve início em 28 de fevereiro com a ofensiva conjunta de Israel e dos Estados Unidos contra a República Islâmica. A expectativa de um desfecho positivo é vista com otimismo pela diplomacia paquistanesa.
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A incerteza, contudo, persistiu, marcada por uma intensa troca de ameaças e hostilidades. Neste sábado, o governo dos Estados Unidos anunciou que derrubou vários drones iranianos que pretendiam atacar navios comerciais no Estreito de Ormuz. Este incidente ressalta a volatilidade da situação mesmo durante o período de negociações.

Fotos: ReproduçãoGoogle
A televisão estatal iraniana Irib informou que o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, declarou que, sem a conclusão de um acordo sobre todas as questões em pauta, não é possível afirmar com certeza que um princípio de acordo com os Estados Unidos foi alcançado. Essa ressalva iraniana adiciona um elemento de cautela às projeções otimistas.
O Paquistão tem intensificado os esforços para mediar um entendimento entre as duas potências, buscando levar as partes a um acordo desde a instauração de um cessar-fogo em 8 de abril. A nação tem desempenhado um papel ativo na diplomacia regional, embora nem sempre com sucesso imediato. Islamabad foi a sede, em abril, de negociações anteriores que, na ocasião, não resultaram em um acordo de paz. A tentativa atual representa uma nova rodada de esforços para pacificar a região e evitar uma escalada maior do conflito.
Fonte: com informações da Revista IstoÉ
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