19 de Abril de 2026

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Esporte - 13/02/2022

Advogado morre após ser agredido com soco em discussão por jogo do Palmeiras na final do Mundial

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Foto: Reprodução

Um advogado de 58 anos morreu depois de levar um soco na noite do último sábado, em um condomínio localizado no Jardim Pinheiros, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.

 

De acordo com o boletim de ocorrência, Celso Wanzo e outro morador do condomínio discutiram por causa de um jogo de futebol. Conforme apurado pelo g1, a briga foi motivada pelo resultado da partida entre o Palmeiras e o Chelsea na final do Mundial, em que o time brasileiro perdeu por 2 a 1.

 

Celso foi agredido com um soco e ficou desacordado. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital de Base. Contudo, não resistiu aos ferimentos e morreu, ainda segundo o B.O.

 

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A Polícia Militar foi acionada e localizou o agressor de 44 anos. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde ficou preso.

 

O caso foi registrado como lesão corporal de natureza grave, já que durante o registro policial a vítima estava viva. A Polícia Civil arbitrou fiança de R$ 5 mil, o valor foi pago e o homem foi liberado.

 

 

Com a morte de Celso, o boletim de ocorrência deve ser alterado. O caso continua sendo investigado.

 

O velório de Celso Wanzo está sendo realizado neste domingo (13) e o sepultamento será as 17h no Cemitério Parque Jardim da Paz, em Rio Preto.

 

Outro torcedor do Palmeiras morreu na capital paulista neste sábado (12), após briga. O agente penitenciário José Ribeiro Apóstolo Jr., suspeito do crime após a derrota do time no Mundial de Clubes, foi preso. Em depoimento à polícia, ele afirmou ter atirado "em legítima defesa".

 

Fotos: Reprodução

 

O suspeito foi autuado em flagrante por homicídio qualificado. De acordo com o delegado Maurício Freire, da Divisão de Operações Especiais, José que disse foi cercado por torcedores e que, apesar de ter dito a eles que também é palmeirense, teve o celular arrancado das mãos.

 

O agente então teria corrido e mostrado algumas vezes que estava armado. Segundo o depoimento, José diz só ter atirado quando foi atacado pelos torcedores que o perseguiam.

 
 
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Segundo o delegado afirmou em entrevista coletiva, foi identificada uma quadrilha de roubo de celulares nas imediações do estádio e outros torcedores realmente foram atrás do suspeito. O agente penitenciário tem porte e posse de arma.

 

Fonte: Portal GE

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