Vice-presidente comentou que maiores beneficiadas pela PEC da redução da jornada de trabalho serão as mulheres
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, declarou, nesta terça-feira (26/5), que as mulheres são as principais beneficiadas com o fim da escala de trabalho 6x1, e avaliou que a mudança é uma “tendência mundial”.
Sobre a bandeira, defendida pelo governo, Alckmin afirmou que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata do tema e deve ser votada pelo Plenário da Câmara na quinta (28) “não tem relação especificamente com eleição”.
“É uma tendência mundial de redução de jornada, porque a tecnologia permite a você fazer mais com menos gente. Você pega a agricultura, o setor primário da economia, mecanizada toda. Não vai ter nem tratorista, vai ser trator autônomo. Indústria, muita automação e robô. Mesmo em serviços, você vai ter inteligência artificial”, comentou o vice em visita à concessionária da GWM em Brasília.
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Alckmin pontuou que as mais beneficiadas pela mudança na jornada de trabalho serão as mulheres, pois “além da jornada do trabalho, ainda tem a jornada em casa”.
Entendimento entre Planalto e Câmara
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Fotos: Reprodução
Além disso, o vice-presidente avaliou que os presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), alinharam, junto ao relator Leo Prates (Republicanos-BA), um bom entendimento para o texto.
O acordo desenhado prevê a diminuição das 44 horas atuais para 40 em 14 meses, com a primeira etapa da transição já ocorrendo este ano, caso a PEC tenha celeridade na tramitação ao chegar no Senado, o que pode ser um entrave, tendo em vista a relação estremecida entre Lula e o presidente da Casa Alta, Davi Alcolumbre (União-AP), desde a derrota da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Fonte: com informações do Correio Braziliense
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