17 de Maio de 2026

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Diversidade - 15/04/2023

Após denúncias de racismo, Atacadão acaba com circulação de 'fiscais de prevenção' em lojas

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Foto: Reprodução

No início do mês, uma professora tirou a roupa em uma loja da rede depois de afirmar ter sido perseguida por um segurança

A rede de supermercados Atacadão anunciou, por meio de comunicado, que irá extinguir a circulação dos chamados "fiscais de prevenção" nas lojas, além de outras mudanças na operação. A decisão ocorre após as recentes denúncias de racismo envolvendo a marca.

 

A rede explica que os fiscais de prevenção não vão mais circular pelos corredores, ficando em pontos fixos à disposição de clientes. "A função dos profissionais que ficam em pontos fixos ou à frente do caixa é ser ponto de apoio aos clientes, ou atuação em casos de urgência (clientes passando mal e acidente, por exemplo)", diz o comunicado.

 

A medida passou a valer desde a última quarta-feira, 12, em todas as 334 lojas da rede ao redor do Brasil.

 

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Além disso, o Atacadão disse que vai revisar os treinamentos das equipes que trabalham nas lojas, em uma parceria com a Universidade Zumbi dos Palmares, em São Paulo. A rede também anunciou "melhorias no processo de monitoramento de câmeras para manter um ambiente seguro para seus clientes".

 

Relembre caso mais recente

 

(Fotos: Reprodução)

 

No início deste mês, uma professora realizou um protesto em uma unidade do Atacadão em Curitiba, no Paraná. Isabel Oliveira tirou a roupa e se dirigiu ao caixar do supermercado apenas de calcinha e sutiã. Ela disse que havia sido perseguida por seguranças dentro do estabelecimento.

 
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Quando questionada sobre o caso, na época, o Grupo Carrefour, dono da rede Atacadão, disse que não havia encontrado nenhuma irregularidade na conduta do funcionário. A Polícia Civil está investigando o caso.

 

A situação gerou tanta repercussão, que foi comentada até pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um discurso.

 

Fonte: com informações do Portal Terra 

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