Ex-piloto foi processado sob a acusação de proferir comentários racistas e homofóbicos
A Justiça do Distrito Federal não tem conseguido notificar o ex-piloto Nelson Piquet, processado por entidades de direitos humanos devido a falas homofóbicas e racistas proferidas por ele.
Em 2021, Piquet chamou o também piloto Lewis Hamilton de “neguinho” e ofendeu o finlandês Keke Rosberg, campeão da Fórmula 1 em 1982 e pai de Nico Rosberg, ex-companheiro de Hamilton na escuderia Mercedes. Na ocasião, o brasileiro disse que não cometeu racismo e que suas falas direcionadas a Hamilton foram mal pensadas, mas que são usadas como sinônimo de “cara” ou “pessoa”.
Desde junho, quando a ação foi ajuizada, o oficial de Justiça tenta notificar Piquet, mas nenhuma das tentativas foi exitosa. Em outubro, ele foi três vezes à Fazenda Piquet, mas o ex-piloto estava ausente em todas elas.
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Ex-piloto foi processado sob a acusação de proferir comentários racistas e homofóbicos
— Portal Mulher Amazônica (@MulherAmazonica) November 3, 2022
Fonte: com informações da Revista Veja pic.twitter.com/kSTsVLpul1
No processo, os grupos Educafro e Centro Santo Dias de Direitos Humanos pedem 10 milhões de reais de indenização por danos morais coletivos.
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Nesta quinta-feira, 3, circulam vídeos pelas redes sociais em que o ex-piloto aparece em uma manifestação bolsonarista e diz que quer ver o futuro presidente Luiz Inácio Lula da Silva “no cemitério”.
“Vamos botar esse Lula filho de uma p* para fora (…) Brasil acima de tudo, Deus acima de todos (…) e Lula lá no cemitério”, comentou Piquet, com as bochechas pintadas de verde.
Fonte: Com informações da Revista Veja
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