17 de Maio de 2026

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Comportamento - 22/12/2023

As lágrimas femininas diminuem em mais de 40% a agressividade masculina; entenda

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Foto: Reprodução Google

Estudo revelou que as lágrimas humanas contêm uma substância que pode causar alterações no cérebro

O cheiro das lágrimas das mulheres é capaz de reduzir em mais de 40% a agressividade masculina e provocar mudanças no cérebro. De acordo com um estudo feito por pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciência, em Israel, as gotas podem ter evoluído ao longo do tempo para proteger os bebês que choram de perigos.

 

Há muitos anos, pesquisadores tentam desvendar o poder das lágrimas. Trabalhos anteriores já haviam mostrado que o cheiro das lágrimas femininas reduzia a testosterona masculina, mas não estava claro se isso afetava o comportamento.

 

No novo estudo, os pesquisadores coletaram lágrimas escorrendo pelos rostos das mulheres enquanto assistiam a filmes tristes. Em seguida, 31 homens cheiraram soro fisiológico ou essas lágrimas coletadas e participaram de um jogo computadorizado usado em psicologia para provocar comportamentos agressivos ao deduzir injustamente os pontos dos jogadores.

 

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Os resultados, publicados na revista científica Plos Biology, mostraram que o comportamento agressivo foi 43,7% menor quando os homens cheiravam as lágrimas das mulheres em comparação com solução salina. Outros testes num scanner cerebral revelaram que após sentir o cheiro das lágrimas havia mais conectividade funcional entre regiões que lidam com cheiros e agressões, enquanto a atividade nas redes de agressão era menor.

 

“A redução da agressão foi impressionante para nós, parece real”, disse Noam Sobel, professor de neurobiologia no Instituto Weizmann de Ciência, em Israel.

 

Fotos: Reprodução Google

 

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Apesar dos resultados, os pesquisadores acreditam que é pouco provável que os produtos químicos presentes nas lágrimas tenham muito impacto nas interações sociais dos adultos. Mas eles especulam que a composição das lágrimas pode ter evoluído para proteger os bebês vulneráveis. O próximo passo do laboratório é tentar identificar o ingrediente ativo nas lágrimas. Isso abriria a porta para a fabricação da substância e potencialmente para seu uso para reduzir tendências agressivas.

 

Fonte: com informações do Portal O Globo 

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