17 de Maio de 2026

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Comportamento - 02/07/2022

Ativismo de Guta em Pantanal precisa melhorar em 3 pontos. VEJA

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Foto: Reprodução

Tida como chata e "palestrinha" por boa parte do público, personagem tem potencial para mudar ser mais coerente com as bandeiras que levanta

Vivida por Luciene Adami na primeira versão de "Pantanal", em 1990, Guta conquistou de cara o público por ser transgressora, moderna e libertária. Apesar de manter o perfil liberal na trama atual, a personagem interpretada por Julia Dalavia não angariou a mesma simpatia.

 

"Falsa progressista", "feminista de apartamento", "palestrinha" ou simplesmente "chata" são algumas das opiniões destinadas à moça que esbanja liberdade sexual e faz questão de defender sua independência.

 

A questão é que, embora válida e extremamente necessária, a luta de Guta contra a hipocrisia e o machismo carece de algumas melhorias:

 

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Militância mais acessível

 

 

Guta fala coisas interessantes e pertinentes, mas nem sempre a linguagem é acessível para os pais, Maria Bruaca (Isabel Teixeira) e Tenório (Murilo Benício) - em alguns casos, nem para o público. Por que não ser mais didática, levando em conta a realidade em que a família está inserida?

 

Discurso aliado à prática

 

 

A moça fez de tudo para que Maria Bruaca se desse conta que vivia oprimida por Tenório, mas quando soube que o pai tinha outra família omitiu a informação da mãe. Também trata os dilemas Maria Bruaca como se fosse a grande dona da verdade sobre o que é ser mulher, mas ignora que ela mesma se vê confusa em relação a Jove (Jesuíta Barbosa) e a Tadeu (José Loreto).

 

Liberdade conquistada

 

Fotos: Reprodução

 
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Embora mantenha um discurso de luta contra a opressão, Guta só reclama e pouco se dá conta dos privilégios que têm: é rica, branca, culta e estudou com o dinheiro do pai. Dinheiro, aliás, que ainda a sustenta. Não à toa, a cena em que achou ruim ter que esquentar o próprio prato de comida viralizou.

 

Fonte: Portal Terra

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