17 de Maio de 2026

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Segurança Pública - 30/03/2022

BÁRBARO: Vídeo de professora agredindo bebê de 1 ano durante aula gera revolta na web: 'inadmissível. VEJA

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Foto: Reprodução

Segundo a escola, professora foi exonerada do cargo por justa causa

O vídeo que mostra um bebê de 1 ano e 10 meses sendo agredido por uma professora em uma escola em Praia Grande, no litoral de São Paulo, repercutiu e causou revolta na web. Nas imagens, é possível ver que a docente penteia o cabelo da menina, mas em alguns momentos age de forma grosseira, puxando os fios e fazendo movimentos bruscos com a cabeça da criança.

 

A escola Paris, que fica no bairro Boqueirão, disse que lamenta o ocorrido e que a atitude da mulher é inadmissível. Em nota, a instituição, que pertence à rede particular de ensino, também afirmou que a mulher deixou o cargo por justa causa.

 

"Inadmissível, um absurdo!", publicou uma internauta após ver as imagens. "Meu Deus, quanta maldade, como fica o coração dos pais da família?", questionou outra mulher por meio das redes sociais.

 

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Além de descreverem a cena como "revoltante", internautas que acompanharam o caso também pedem por justiça. "A Justiça tem que cuidar deste caso com todo rigor e para servir de exemplo", disse um homem.

 

 

Mãe notou marcas vermelhas

 

Criança de 1 ano foi agredida por professora em escola particular em Praia Grande, SP — Foto: Arquivo Pessoal

 Criança de 1 ano foi agredida por professora em escola particular

em Praia Grande (Foto: Reprodução)

 

Ao g1, o advogado de defesa da família da vítima, Franco Antunes, disse que a mãe notou marcas vermelhas no rosto da criança ao buscá-la na escola no dia 15 de março. A unidade tem um sistema de monitoramento, e a mãe conseguiu acessar o momento das agressões.

 

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"A família espera que ocorra uma ampla investigação. A família quer saber se foi uma prática isolada ou se aconteceu de forma reiterada. Também é uma preocupação da família que a investigação ocorra de maneira efetiva, para que a família fique sabendo se isso, eventualmente, possa ter ocorrido com outras crianças", explica o advogado.

 

Fonte: Portal G1

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