Lançamento ocorreu na sede da FUnATI e reuniu grupos de idosos da capital
A Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FUnATI) lançou, na sexta-feira (17/04), o projeto Bê-á-bá Digital, iniciativa voltada ao letramento digital de pessoas idosas. A ação foi realizada na sede da instituição, na zona oeste de Manaus, em parceria com a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).
Reconhecido nacionalmente, o projeto foi adaptado para a realidade amazônica, com foco na inclusão digital de idosos, especialmente de comunidades tradicionais e povos indígenas das zonas periféricas da capital. A proposta reúne atividades de extensão e pesquisa, com base na metodologia “Bê-á-bá Digital”, já validada em outras regiões do país.
De acordo com o reitor da FUnATI, Euler Ribeiro, a iniciativa busca promover autonomia, ampliar o acesso a direitos e fortalecer a participação social desse público, além de contribuir para a redução das desigualdades digitais, étnico-raciais e geracionais.
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“É um dia muito importante para a FUnATI pois, é importante mantermos nossos alunos idosos conectados com as novas tecnologias, seja para uma pesquisa, informações sobre saúde e outros serviços. E o melhor, esse projeto também está inserido em comunidades tradicionais e indígenas, ampliando o alcance da instituição”, diz o reitor.
Para o vice-reitor da UFCSPA, Rafael Vargas Alves, o projeto soma às ações já realizadas pela FUnATI nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e atenção à saúde da pessoa idosa.
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Fotos: Divulgação/FUnATI
“É uma honra conhecer esse lindo trabalho realizado pela FUnATI com a população idosa do estado do Amazonas. A inclusão digital vai muito além de aprender a usar tecnologia. Ela nos ajuda a cuidar melhor das nossas famílias, a criar os nossos filhos com mais informação e consciência, e a nos tornarmos uma sociedade melhor, mais conectada, mais justa”, disse.
O lançamento também contou com a presença das autoras do projeto e pesquisadoras da UFCSPA, Claudia Bica, Liane Rotta e Giovana Bonetti, além de grupos de idosos da capital amazonense. O projeto integra o programa Territórios Vivos e Conectados, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), sob coordenação da pesquisadora Kennya Brito. A ação envolve a articulação entre o Governo Federal, instituições de ensino e comunidades locais.
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