Dessa vez, o MPF alegou que as atividades de usina de concreto asfáltico podem poluir o meio ambiente.
A BR-319, uma das principais bandeiras defendidas pelo presidente Bolsonaro para ajudar a desenvolver o estado do Amazonas, mais uma vez foi alvo da justiça, a pedido do Ministério Público, e teve suas obras embargadas.
Dessa vez, o MPF alegou que as atividades de usina de concreto asfáltico podem poluir o meio ambiente.
Uma audiência para tentativa de conciliação foi marcada pela Justiça para o próximo dia 19. A ação segue tramitando na 7ª Vara Federal do Amazonas, sob o nº 1021016-59.2022.4.01.3200.
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Militância de esquerda
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A rodovia é alvo de críticas constantes da esquerda ambientalista. Uma delas é a ex-ministra Marina Silva (Rede), aliada de Lula, que voltou para as graças do petista nessas eleições e pode mais uma vez, caso Lula seja eleito, trabalhar contra a recuperação da rodovia.
Recentemente ela reafirmou que “A BR-319 não provou sua viabilidade econômica, nem sua viabilidade ambiental”.
Bilhões

Há 15 anos os governos de esquerda gastaram quase R$ 3 bilhões com a manutenção e reformas da rodovia, e outros R$ 100 milhões já foram gastos em estudos de impactos ambientais.
A verdade é que as gestões dos governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luís Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff nunca tiveram interesse no asfaltamento da rodovia. E existem 3 bilhões de motivos para isso.
Sonho dos amazonenses

Fotos: Reprodução
O fato é que a BR-319 é muito importante para o estado, não só para nossa gente e economia, mas para o país inteiro.
Vai ajudar a fomentar a economia, baratear a logística, garantir a soberania do estado, ajudar na preservação e dar dignidade para nossa população, interligando o Amazonas com o restante do Brasil.
Fonte: Com informações do Portal Direto ao Ponto
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