18 de Maio de 2026

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Educação - 13/12/2021

Brasileiro de 8 anos ganha prêmio entre 100 crianças-prodígio do mundo

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Foto: Reprodução

O paulista Gustavo Saldanha foi um dos vencedores da competição que ocorre na Índia

Apesar da pouca idade, Gustavo Saldanha toca sete instrumentos musicais e tem muita facilidade com tecnologia. Isso o destaca em meio a outros “pequenos grandes” prodígios na competição anual de talentos artísticos e científicos. O paulista Gustavo Saldanha, de 8 anos, toca violão, guitarra, teclado, ukulele e baixo, ainda se arrisca em bateria e gaita, sabe praticamente todas as músicas dos Beatles, instala sistemas operacionais em computadores, entre outras atividades. 

 

A premiação do "Global Child Prodigy Award" avalia concorrentes para 48 categorias, como música (caso do Gustavo), atuação, desenho, dança, escrita e matemática. Neste ano, o menino tornou-se também o brasileiro mais jovem a fazer parte da Mensa, uma sociedade internacional de pessoas com alto quociente de inteligência (QI). Praticamente um “clube de gênios”.

 

O pai de Gustavo, Carlos Augusto Saldanha, conta que fez a inscrição do filho para a "Global Child Prodigy Award" em março. “Enviamos um material extenso com vários vídeos do Gustavo tocando e cantando os instrumentos. A banca examinadora também avaliou as redes sociais dele e um relato de sua história que tive de escrever”, diz.

 

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Os vencedores serão reconhecidos em uma cerimônia marcada para fevereiro de 2022, em Dubai, e ainda receberão orientações de personalidades de cada área e de universidades internacionais.

 

Gustavo Saldanha com a família, mais uma vez comemorando as conquistas


Gustavo Saldanha com a família, mais uma vez comemorando as conquistas

Foto: Divulgação (Arquivo pessoal)


A mãe de Gustavo, Luciane Saldanha, conta que nunca havia desconfiado de qualquer excepcionalidade na inteligência do filho. Quando bebê, ele demorou mais do que a média para aprender a falar: só pronunciou as primeiras palavras quase aos 3 anos.

 

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“A gente só percebia que ele era mais inquieto e curioso. Na brinquedoteca, queria mexer na TV ou no interfone. Tinha interesses diferentes, mas nada que, para a família, fosse sinal de inteligência superior”, conta a mãe.

 

Fonte: iG 

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