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Diversidade - 02/07/2023

Brasileiros LGBTs estão entre os que mais sofrem de ansiedade

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Foto: Reprodução

A pesquisa comparou o Brasil com mais três países latino-americanos e apontou que 50% dos brasileiros sofrem com o transtorno

A saúde mental das pessoas LGBTQIAPN+ já é preocupante por si só quando falamos sobre a realidade do Brasil, que é o país que mais mata pessoas da comunidade no mundo, mas um estudo apontou que o brasileiro é o que mais sofre com ansiedade quando comparado a outros três países latino-americanos. O relatório Tensões Culturais 2023, realizado pela Quiddity, investigou os sentimentos de desconexão latentes nos brasileiros, as chamadas tensões culturais.

 

Os dados dizem que os LGBTQIAPN+ sofrem mais com questões de saúde mental do que as pessoas heterossexuais, sendo que 50% desses brasileiros sofrem de ansiedade, 24% de depressão e 15% de crise de pânico (versus 34%, 15% e 6% respectivamente entre heterossexuais).

 

O estudo também revelou que 65% das pessoas que se declaram da comunidade manifestaram sentimentos negativos causados por questões pessoais, profissionais e financeiras em 2022 e um terço deste grupo citou o cenário político vivido nos últimos quatro anos como causa desses sentimentos.

 

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Apesar dos números alarmantes, os entrevistados também disseram que a recente mudança de governo, que trouxe novas propostas de políticas para a comunidade, trouxe esperança e aumentou a expectativa de que 2023 seria um ano melhor para 84% da população LGBTQIA+, e de que o país vai melhorar para 73% deles (versus 43% entre heterossexuais).

 

Rebeca Gharibian, managing director da empresa, explicou que a alta ansiedade é generalizada, embora claramente acentuada entre os grupos mais vulneráveis como mulheres, LGBTQIAPN+ e jovens com menos de 24 anos.

 

 

Fotos: Reprodução

 
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No total, a pesquisa revelou que mais de um terço da população das classes ABC se declara ansiosa e, se considerar também aqueles que não possuem, mas convivem com pessoas que possuem ansiedade, esse número sobe para dois terços, mostrando como a epidemia da ansiedade declarada pela OMS em 2019 ainda está presente em grande parte da população. 

 

Fonte: com informações do Portal iG

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