Esses sinais não se limitam a um ressecamento leve e refletem o desgaste progressivo causado pela exposição constante ao sol e ao mar
Após semanas de praia, sol forte e mergulhos frequentes no mar, é comum que muitas pessoas percebam mudanças no cabelo. O brilho diminui, o toque fica mais áspero e as pontas passam a se partir com facilidade, mesmo quando há uso regular de produtos de tratamento. Segundo especialistas, esses sinais vão além de um simples ressecamento e estão ligados ao desgaste acumulado pela exposição ambiental típica do Verão.
A radiação solar e o sal da água do mar afetam diretamente a proteção natural da fibra capilar, comprometendo sua resistência e elasticidade. A médica especialista em medicina capilar da Onne Clinic (RJ), Dra. Alexandra Lopes, explica que nem sempre os cosméticos de uso doméstico são suficientes para reverter o quadro quando há dano mais profundo.
“Quando o fio já apresenta comprometimento estrutural, o cuidado precisa ir além da superfície, porque a recuperação envolve também o funcionamento do folículo”, afirma.Ela detalha que os efeitos do ambiente são progressivos. “A radiação ultravioleta degrada proteínas importantes do cabelo, enquanto o sal intensifica a perda de água e aumenta a aspereza. Isso leva à abertura das cutículas e à quebra mais fácil dos fios”, explica.
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Entre as alternativas indicadas em casos mais avançados está a MMP capilar, técnica que leva ativos diretamente ao couro cabeludo. “Ela é indicada quando há enfraquecimento mais significativo ou quando os tratamentos convencionais não trazem resultado. A ação ocorre na base do fio, o que favorece a recuperação desde a origem”, diz a médica.
A recomendação é que, diante de sinais persistentes de fragilidade, seja feita uma avaliação profissional para identificar o grau de dano e definir o tratamento mais adequado.
Fonte: com informações Ig
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