Ativista é referência em debates de gênero, raça e classe no país
Neste sábado, 30/09, a prefeitura do Rio de Janeiro e o Projeto Negro Muro lançam projeto relacionado à cultura da população negra. Imóveis de relevância histórica para a memória negra serão identificados como patrimônio cultural.
A primeira placa foi em homenagem à autora, antropóloga, filósofa e ativista negra Lélia Gonzalez. A placa foi colocada no número 106 da Ladeira de Santa Teresa, na região central do Rio.
Lélia é uma referência nos estudos e debates de gênero, raça e classe no Brasil e no mundo, sendo considerada uma das principais autoras do feminismo negro no país.
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Foto: Reprodução/Agência Brasil
Foi pioneira em pesquisas sobre a cultura negra no Brasil e co-fundadora do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro (IPCN-RJ) e do Movimento Negro Unificado. Lélia morreu no dia 11 de julho de 1994 aos 59 anos.
Fonte: com informações da Agência Brasil
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