17 de Maio de 2026

NOTÍCIAS
Empreendedorismo - 29/10/2021

Conheça 20 mulheres de diferentes perfis que revelam as dores e alegrias de empreender

Compartilhar:
Foto: Reprodução

Conheça as 20 mulheres que toparam falar sobre o que as motiva e quais as dificuldades que encontraram pelo caminho

Em um ambiente que, se ainda é dominado por vieses machistas, preconceito, racismo, entre outros obstáculos, é também um caminho para uma vida com mais autonomia e, principalmente, um trabalho com propósito. 

 

É que nos relatam as 20 mulheres donas do próprio negócio que toparam dividir alegrias e dores de suas trajetórias empreendedoras. São pessoas de diferentes perfis e origens que criaram soluções ou produtos e fundaram empresas em diversas áreas.  Ela são donas de empresas de alimentação, moda, maquiagem, beleza, tecnologia, saúde mental, finanças, recursos humanos, educação, entre outras.

 

Mulheres com histórias diferentes, mas unidas pela alegria de desempenhar uma missão alinhada com seus valores e crenças. Porque no fim foi exatamente isso, o propósito, que as permitiu vencer dores e obstáculos. E as dificuldades não são poucas. A carga é maior, sim, para a mulher empreendedora:  dificuldade de captar dinheiro, descrédito da sociedade, burocracia, falta de conhecimento e de conexões e, para aquelas que são mães, a nada fácil conciliação entre maternidade e a carreira.

 

Veja também

 

Academia para Mulheres Empreendedoras anuncia as 90 brasileiras selecionadas para o programa AWE 2.0

Prefeitura promove Feira do Servidor Empreendedor no CSU do Parque 10, na próxima terça-feira, 26

 

Confira o que elas dizem sobre vantagens e desafios que enfrentam no dia a dia:


Deliene Mota – dona do restaurante Encantos da Maré

 

Deliene Mota, dona do restaurante Encantos da Maré, em Salvador

 

Ser dona do próprio negócio é a maior alegria e realização na vida da empreendedora Deliene Mota, dona do restaurante Encantos da Maré, em Salvador.

 

“Viver do meu sonho, fruto de muita vontade, determinação, perseverança, abdicação e muito aprendizado. Vivo as alegrias de uma equipe alinhada, comprometida e da satisfação dos meus clientes”, diz Deliene.

 

As adversidades, na sua jornada, são sobreviver na economia brasileira e manter um negócio sendo negra, pobre e vinda da periferia. “Dificuldades financeiras, falta de apoio, racismo, sexismo, burocracia, corrupção”, explica.

 

Dani Junco – fundadora B2Mamy

 

Dani Junco: fundadora da B2Mamy B2Mamy

 

A fundadora da B2Mamy, empresa que capacita e conecta mães para o ecossistema de inovação e tecnologia, diz que o desafio de empreender a provoca a ser cada dia melhor.

 

“Quando começa a entrar no eixo já está na hora de começar de novo. Não tem como parar de inovar e isso é desgastante. Um outro ponto é encontrar e desenvolver o time certo, com equilíbrio entre propósito e habilidades. E o terceiro é ser gentil com as pessoas (inclusive consigo mesmo) e agressiva com os números”, diz.

 

A principal delícia, no entanto, é ver a sua criação funcionando no mundo. “Um produto ou serviço passa a existir e a servir as pessoas para que suas vidas sejam melhores. Poder servir ao público, que eu decidi que era o meu chamado, não tem igual”. 


Ilza Santos Heckert, fundadora da Nana. Veg.

 

Ilza Santos Heckert, fundadora da Nana (Fotos: Reprodução)

 

Curtiu? Siga o Mulher Amazônica no FacebookTwitterTelegram e no Instagram.

Entre no nosso Grupo de WhatApp.

 

Fonte: Msn

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.