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Direitos da Mulher - 31/03/2022

Conheça a lei de autoria do senador Plínio Valério que combate a Violência contra as mulheres nas redes de ensino básico

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Foto: Reprodução

Prevenção à violência contra mulher nos currículos escolares agora é Lei

A  Lei 14.164, de 2021, aprovada no Senado, que inclui nos currículos da educação básica a prevenção da violência contra a mulher em instituições públicas e particulares de ensino básico.

 

A nova lei inova no sentido de mudar o caratér meramente punitivo que abarrota as cadeias com agressores e assassinos, mas que não resolve. A lei permitir que as crianças a partir de agora vão ser educadas para não agredir, não abusar e não matar as mulheres. O obejtivo é investir na mudança de cultura do menino e da menina em relação ao respeito e aos cuidado. A lei altera a Lei de Diretrizes e Bases da educação (LDB), para incluir de forma obrigatória, conteúdo sobre a prevenção da violência contra mulher nos curriculos da educação básica. A mudança irá contribuir para estimular a cultura de paz e o respeito á igualdade entre os gêneros no ensino.

 

O tema violência contra a mulher será tratado na grade transversal do ensino. E para o senador, o feminicídio tem aumentado porque não é trabalhado na “raiz da pirâmide”, que é a educação. Ele ressaltou a necessidade de debater e tratar esse tipo de violência desde a infância e atacar o problema logo cedo.

 

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—  Porque é lá, na escola, na palestra, na exposição, que o menino vai entender, desde cedo, que mulher não é mercadoria. Mulher, quando diz "não", é não. Mulher, quando diz "não me toque", tem que ser respeitada — disse o senador Plínio Valério.

 

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O senador Plínio Valério (PSDB-AM) destacou a importância da lei

que inclui nos currículos da educação básica a prevenção

da violência contra a mulher 

 

O parlamentar também afirmou que, mesmo com a Lei Maria da Penha, houve um número expressivo de feminicídio porque os homens não aprenderam na escola. E a menina vai observar que o tratamento "que ela tem, que assiste com o pai dela fazendo com a mãe dela não é normal, que é condenável, porque ela não tem comparação. Ela pensa que aquilo é normal. E na escola, quando um profissional estiver falando sobre o assunto, ela vai entender que tem que se autorrespeitar".

 

 

 

— A gente tem que comemorar este fato de nós, senadores, termos uma lei dessa que vai em pouco tempo ou em médio tempo ou em longo tempo, não me importa, mudar a forma. Vai ser uma revolução cultural porque vai ser tratada na base, na escola — concluiu.

 

 Segundo dados do observatório da segurança, por dia, cerca de cinco mulheres foram vítmas de feminicídio em 2020. O percentual de assassinato de mulheres cresce a cada ano no país, que teve um aumento de 7,3% no número de mortes em 2019, em comparação com 2018. Foram 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres.

 

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Ligue 180, 24 horas por dia. Pelo número é possível se informar sobre abrigos, delegacias, promotorias e juizados especializados.

 

No Amazonas pelo disque-denúncia so SSP-AM 181, também é possível fazer denúncias.

 

Acionamentos emergencias podem ser feitos pelo 190.

 

Por aplicativo

 

 

 

Baixe o aplicativo Direitos Humanos do Brasil, disponível para celulares Android e iOS. Ele permite denúncias, além de possuir atendimento por chat e em libras.

 

Fotos: Repredução

 

Francisco Plínio Valério Tomaz (Eirunepé, 31 de janeiro de 1955), mais conhecido como Plínio Valério, é um jornalista e político brasileiro, com atuação no estado do Amazonas. Filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), é jornalista e radialista formado pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

 

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Nas eleições estaduais de 2018, foi eleito senador pelo Amazonas, na 1.ª vaga, com 834.809 votos, concorrendo pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

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