17 de Maio de 2026

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Economia - 10/04/2024

Consumidores da América Latina pagam preços mais altos que os demais (Banco Mundial)

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Foto: Reprodução Google

Os consumidores da América Latina e do Caribe pagam preços mais altos que os do restante do mundo, em parte pela "falta de concorrência", disse à AFP o economista-chefe...

Os consumidores da América Latina e do Caribe pagam preços mais altos que os do restante do mundo, em parte pela "falta de concorrência", disse à AFP o economista-chefe do Banco Mundial para a região.

 

A América Latina "chegou a uma conjuntura crítica" porque, apesar de ter feito "avanços significativos na estabilização econômica, o crescimento estagnou", segundo o relatório da instituição financeira, intitulado "Concorrência: o ingrediente que falta para crescer?", publicado nesta quarta-feira, 10.

 

O Banco Mundial (BM) prevê que a economia regional vá crescer 1,6% este ano, e 2,7% e 2,6% em 2025 e 2026, respectivamente. "São as taxas mais baixas em comparação com todas as outras regiões do mundo, e insuficientes para impulsionar a prosperidade", destacou em um comunicado.

 

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Os consumidores são prejudicados por esse contexto, pagando preços mais altos que os do restante do mundo. Os preços "são altos porque, possivelmente, temos falta de concorrência, e isso implica em que o consumidor está pagando a conta", explicou à AFP William Maloney, economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe.

 

Em um cenário de grande concentração empresarial, um punhado de companhias dominam e influenciam os mercados e têm poucos estímulos para inovar, avalia a instituição. Setenta por centro dos trabalhadores são autônomos ou trabalham em empresas com menos de dez funcionários, em sua maior parte ocupados em atividades de baixa produtividade, assinala o Banco Mundial.

 

Fotos: Reprodução Google

 

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"Isso é parcialmente resultado do fato de que estamos crescendo 2,3% ou 2,5% na região" e "não estamos gerando os empregos mais modernos para toda essa gente", explicou Maloney à AFP. Ao contrário, a região pode se gabar de fazer um "bom manejo da inflação", um reflexo de décadas de reformas macroeconômicas. A inflação regional, exceto na Argentina e na Venezuela, está em 3,5%, frente a 5,7% nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE).

 

Fonte: com informações do Portal iG 

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