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Geral - 09/07/2022

Crianças choram após guardas usarem spray de pimenta em escola. VEJA VÍDEO

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Foto: Reprodução

Um vídeo gravado em maio por alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Nava (Emef), em São Paulo, mostra crianças chorando e acusando agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de usaram spray de pimenta.

 

Segundo os pais dos estudantes, a GCM alegou que o gás foi usado para dispersar uma briga de adolescentes que começou dentro da unidade escolar no Butantã, zona oeste da capital paulista, e se estendeu até a rua.

 

A técnica de enfermagem Janete Barbosa Pereira, 42 anos, tem uma filha de 14 anos que cursa o nono ano na escola municipal.

 

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Os primos dela, de 11 e 13 anos, também estudam no local e foram atingidos pelo gás usado por volta das 18h40, horário de saída dos estudantes. O adolescente é um dos alunos que aparecem no vídeo.

 

“Muitas crianças passaram muito mal. O meu primo aparece no vídeo sentado chorando, muito nervoso, com dor, sem conseguir respirar”, relatou a técnica de enfermagem mencionando a criança de 11 anos.

 

GCM NA ESCOLA

 

A mãe ainda reclama da presença constante dos Guardas Civis Metropolitanos dentro da escola. Segundo a técnica de enfermagem, os agentes acompanham as atividades na quadra e dentro do ambiente escolar.

 

“Como se fosse uma intimidação. Os policiais ficam zanzando dentro da escola, intimidando as crianças”, contou Janete.

 

PREFEITURA

 

A Prefeitura de São Paulo afirmou ao Metrópoles que a GCM atendeu uma ocorrência na Escola Municipal de Educação Fundamental em 20/5 de tumulto e briga entre alunos e moradores da comunidade, que avançaram contra os agentes.

 

“As equipes da GCM tiveram de usar gás espargidor, equipamento de menor potencial ofensivo próprio para dispersar tumultos e garantir a segurança dos envolvidos e dos próprios agentes públicos”, disse a gestão municipal em nota.

 

O comunicado informou ainda que a atuação GCM na escola segue diretrizes municipais para segurança urbana, de acordo com o decreto nº 58.199, de 2018. Segundo a nota, o patrulhamento é feito por meio de policiamento fixo ou rondas periódicas.

 

“A Prefeitura de São Paulo, por meio das Secretarias Municipal de Segurança Urbana e de Educação, reafirma que diante das denúncias feitas pelos alunos, instaurou apurações preliminares para investigar os fatos relatados”, disse a gestão. 

 

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Fonte: Metrópoles

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