17 de Maio de 2026

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Economia - 24/10/2023

Diretor da ANP indica que o Brasil vai produzir mais petróleo em 2025

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Foto: Reprodução Google

Rodolfo Saboia defende que a produção não virá somente da curva ascendente do pré-sal; entenda

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Rodolfo Saboia, disse em evento que o Brasil vai ultrapassar a marca de 4 milhões de barris de petróleo produzido por dia (bpd) em 2025. Atualmente, o país produz em média 3,5 milhões de bpd por dia.

 

O diretor afirmou que o aumento na produção não dependerá apenas do crescimento no pré-sal, mas também do processo de recuperação de campos maduros, liderado pelas petroleiras independentes. No entanto, ele alertou que será necessário explorar novas fronteiras para evitar a queda na produção nacional a partir de 2030.

 

“Já em 2025 deveremos ultrapassar 4 milhões de barris por dia de produção de petróleo. São mais de US$ 90 bilhões (R$ 451,24 bilhões) investidos em cinco anos. Mais 20 plataformas entrando em produção até 2027”, disse o diretor na abertura da Offshore Technology Conference Brasil, que acontece esta semana no Rio de Janeiro.

 

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Na última semana, Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, defendeu que a guerra no Oriente Médio pode ser uma "tempestade perfeita" que faria o preço dos combustíveis aumentarem.

 

"Do ponto de vista da indústria do petróleo, por enquanto, não houve alastramento, então a eventual ascensão do preço, que está acontecendo, é uma ascensão já estrutural de demanda e oferta", disse Prates ao participar de evento em comemoração aos 70 anos da Petrobras na Câmara dos Deputados.

 

Fotos: Reprodução

 

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A estratégia comercial da estatal tem se mostrado positiva ao tornar a empresa competitiva no mercado e evitar repasses imediatos de volatilidade para o consumidor. Ao longo deste ano, mesmo com o preço do petróleo mais alto em comparação com o ano passado, os preços dos produtos acumulam quedas. "A companhia reitera que, na formação de seus preços, busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio", declara em nota.

 

Fonte: com informações do Portal iG 

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