16 de Maio de 2026

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Empreendedorismo - 27/01/2024

Doce Pereirão: mãe vende doces vestida de "marida de aluguel" no DF

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Foto: Reprodução Google

Com o lema ?consertando o dia das pessoas?, Karina começou a vender doces após ficar desempregada para sustentar a filha Beatriz, de 4 anos

Karina Carneiro de Lima, 35 anos, é mãe de Beatriz Carneiro Adelino da Costa, 4, e encontrou nos doces artesanais , a solução para sustentar a sua família. A história de Karina é de superação. Até oito meses atrás, ela estava desempregada. A reviravolta ocorreu quando ela se separou do ex-companheiro e pai de Beatriz, no ano passado, e se viu sem ter como arcar com as despesas de casa.

 

Assim que se viu sem solução, correu atrás de utensílios e ingredientes para começar a produção dos doces. “Antes disso, eu havia trabalhado por 8 anos como terceirizada no Ministério da Saúde. Saí quando ganhei a Beatriz. Lá, eu também já fazia alguns doces e vendia como forma de tirar um dinheirinho extra”, conta.

 

Motivada em fazer algo único e diferente do comum, Karina assistia vídeos sobre empreendedorismo na internet e se inspirou na protagonista da novela Fina Estampa, Griselda Pereira, a Pereirão, uma espécie de marido de aluguel que faz-tudo, para se caracterizar como a personagem e vender brigadeiros no comércio do Distrito Federal.

 

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“Eu pesquisava e assistia vídeos de um rapaz nômade que, hoje, é palestrante de sucesso. Ele também se caracterizava para vender doces na rua. Com essa ideia na cabeça, comprei a caixa de ferramentas, o colete, capacete, os ingredientes e comecei a fazer os doces. Eu sempre tive vontade de abrir o meu próprio negócio e achei que era o momento certo para tentar”, destacou.

 

A rotina de Karina para o preparo e confecção dos doces começa nas primeiras horas do dia. Ela mora em Águas Lindas de Goiás (GO), no Entorno, mas vende as guloseimas em Brasília. “Consertando o dia das pessoas”, é a frase que Karina escolheu como lema do próprio negócio.

 

“Acredito que o sucesso não é sobre o que você faz, e sim, como você faz. As pessoas têm me recebido muito bem. Quando eu chego com a caixa de ferramentas, ninguém entende nada. Na minha abordagem eu digo que fui chamada para um reparo e preciso ‘consertar o dia’ daquele cliente. Ao abrir a maleta recheada de docinhos, todos se surpreendem e a aceitação é ótima.”

 

Fotos: Reprodução Google

 

Atualmente, a profissional autônoma vende os doces em Ceilândia e Taguatinga. Aos sábados e domingos, ela percorre pontos de todo o Parque da Cidade. “O nosso sustento vem exclusivamente desse trabalho. Só volto para casa depois de bater a minha meta de venda de 40 caixinhas diariamente. Em alguns dias, chego em casa por volta de meia-noite. O meu alvo são comércios no geral, lanchonetes, bares e restaurantes”, afirmou.

 

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Agora, a confeiteira já sonha em fornecer seus doces artesanais em comércios da capital da República. “Pretendo montar a minha fábrica dentro de casa para ter a minha marca conhecida em muitos estabelecimentos. O objetivo é colocar os meus doces em expositores de diversos comércios, para que sejam vendidos”, concluiu.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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