Psicóloga explica tudo sobre o sentimento de insegurança que pode atrapalhar os seus relacionamentos
Vamos mergulhar em um tópico sério, mas superimportante: relacionamentos, amor e, sim, a temida palavra com “c” – ciúme.
Imagine o seguinte: você está em um relacionamento amoroso, familiar ou superamigável, e é tudo feliz e gostoso. Mas, adivinhe? Às vezes, essas vibrações aconchegantes podem se transformar em uma montanha-russa de emoções. As inseguranças começam a surgir, assim como problemas de confiança e, então, você tem uma receita perfeita para possíveis desentendimentos.
Conversamos com a psicóloga Jéssica Helena Vaz Malaquias, professora doutora do curso de psicologia da Universidade Cidade de São Paulo, que explica por que o sentimento aparece e dá dicas de como contorná-lo.
Veja também

Jovens indígenas do Amazonas e do Mato Grosso do Sul são os que mais tiram a vida, aponta estudo
'Voz de bebê' ajuda humanos a se comunicarem com os cães
O ciúme é basicamente o medo de que seu parceiro fique emocionalmente envolvido com outra pessoa que pareça mais cativante, interessante ou atraente. Além disso, é como se você estivesse pensando: “Ei, estou muito mais interessado nesse relacionamento do que ele.” Sempre há aquela sensação incômoda de que a outra pessoa não está tão comprometida e pode simplesmente desistir.
(165).jpg)
Fotos: Reprodução/Google
O ciúmes geralmente aparece quando há “uma ameaça”, seja ela real ou imaginária, de que outra pessoa possa abalar a dinâmica do seu relacionamento. É como um coquetel de medo, insegurança e solidão, tudo misturado em um só. E, de acordo com a Jéssica, parte disso se deve à nossa cultura que meio que nos faz pensar que amor é igual a posse. Você sabe, toda aquela ideia de “eu te amo e você é meu”.
E ei, se o ciúme está assumindo o controle e causando o caos no relacionamento, não tenha medo de procurar ajuda. É muito legal entrar em contato com profissionais quando o ciúme e a instabilidade se tornam insuportáveis.
Fonte: com informações do Portal Metrópoles
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.