Pesquisas mostram que atual presidente tem vantagem de 14 pontos percentuais frente a Le Pen
Candidato à reeleição, o presidente francês, Emmanuel Macron, deixou de lado o favoritismo das pesquisas, que o mostram com uma vantagem de 14 pontos percentuais em relação Marine Le Pen , e pediu que os eleitores saiam de casa no domingo para votar.
Ele ainda reconheceu ter responsabilidade sobre o crescimento da extrema direita no país, que, este ano, deve ter seu melhor desempenho em uma eleição presidencial, mesmo em caso de derrota.
Em entrevista à BFMTV, Macron comparou a disputa de domingo à eleição presidencial de 2016 nos EUA, onde a democrata Hillary Clinton era a favorita absoluta contra um "azarão" Donald Trump, mas os resultados das urnas acabaram levando o republicano à Casa Branca, um caso similar à da votação sobre o Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia, naquele mesmo ano.
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Para ele, mutos eleitores consideraram que, como o resultado já estava definido, não precisariam mais ir votar. “No dia seguinte elas acordaram com uma ressaca”, disse Macron.
Hoje, as principais pesquisas mostram uma tendência de crescimento de Emmanuel Macron, do centrista A República em Marcha, na reta final do segundo turno: em questão de dez dias, ele subiu quatro pontos percentuais, chegando a 57% das intenções de votos válidos, e viu sua diferença em relação a Marine Le Pen, do o Reunião Nacional (RN), passar de seis para 14 pontos percentuais. Mas o presidente prefere evitar qualquer tipo de entusiasmo antecipado.
Ele ainda reconheceu ter responsabilidade sobre o crescimento da extrema direita no país, que, este ano, deve ter seu melhor desempenho em uma eleição presidencial, mesmo em caso de derrota.

Em entrevista à BFMTV, Macron comparou a disputa de domingo à eleição presidencial de 2016 nos EUA, onde a democrata Hillary Clinton era a favorita absoluta contra um "azarão" Donald Trump, mas os resultados das urnas acabaram levando o republicano à Casa Branca, um caso similar à da votação sobre o Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia, naquele mesmo ano.
Para ele, mutos eleitores consideraram que, como o resultado já estava definido, não precisariam mais ir votar. “No dia seguinte elas acordaram com uma ressaca”, disse Macron.
Hoje, as principais pesquisas mostram uma tendência de crescimento de Emmanuel Macron, do centrista A República em Marcha, na reta final do segundo turno: em questão de dez dias, ele subiu quatro pontos percentuais, chegando a 57% das intenções de votos válidos, e viu sua diferença em relação a Marine Le Pen, do o Reunião Nacional (RN), passar de seis para 14 pontos percentuais. Mas o presidente prefere evitar qualquer tipo de entusiasmo antecipado.

Fotos: Reprodução
Desde a definição do segundo turno com Marine Le Pen, após a eleição do dia 10 de abril, Macron destaca a preocupação com a possibilidade de um alto índice de abstenção, em boa parte dos eleitores que votaram no candidato do França Insubmissa, o esquerdista Jéan-Luc Mélenchon, que teve 22% dos votos.
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Muitos deles evitam apoiar Macron, criticado por medidas como a proposta da reforma da Previdência, e sondagens internas do partido revelaram que 66% dos entrevistados estavam decididos a anular seus votos ou não sair de casa — um movimento apelidado de "nem Macron, nem Le Pen" ganhou força em círculos de esquerda. O próprio Mélenchon, embora tenha defendido que seus apoiadores não votassem na candidata da extrema direita, não endossou publicamente Macron.
Fonte: Portal iG
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