Magnata comprou uma fatia de 9,2% das ações da empresa e tem feito enquetes com seus milhões de seguidores sobre recursos que podem aperfeiçoar a plataforma
Elon Musk foi apontado como o novo membro do conselho de diretores do Twitter. A informação foi revelada por documentos da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) nesta terça-feira (5).
Na segunda (4), documentos mostraram que o magnata havia comprado uma fatia de 9,2% das ações do Twitter. A chegada do fundador da SpaceX e da Tesla ao grupo que lidera a rede social foi celebrada pelo CEO do Twitter, Parag Agrawal.
Em seu perfil oficial no serviço, Agrawal afirmou na terça que manteve conversas com Musk nas últimas semanas e que a participação do empresário deve fortalecer a empresa no longo prazo.
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O CEO do Twitter, Parag Agrawal, comenta a entrada de Elon Musk no conselho
de acionistas da rede social
"Ele é um usuário apaixonado e um crítico intenso do serviço, que é exatamente o que precisamos no Twitter", postou o CEO da rede social.
Em resposta, Elon Musk disse que espera ajudar a rede social a ter "melhorias significativas nos próximos meses". De acordo com os documentos, o fundador da Tesla e da SpaceX pode se manter no cargo de conselheiro da rede social até 2024.
Além de Parag Agrawal e Elon Musk, o conselho da rede social também conta com os seguintes nomes:
Jack Dorsey, fundador do Twitter e da fintech Square;
Bret Taylor, co-CEO da empresa de automação de marketing Salesforce;
Mimi Alemayehou, vice-presidente sênior de parcerias da Mastercard;
Ergon Durban, co-CEO da gestora de investimentos Silver Lake;
Martha Lane Fox, membro do conselho da WeTransfer e da Chanel, e ex-diretora executiva da lastminute.com;
Omid Kordestani, ex-presidente executivo do Twitter;
Dr. Fei-Fei Li, professor da Universidade de Stanford;
Patrick Pichette, sócio da gestora de investimentos Inovia Capital e ex-CFO (diretor financeiro) do Google;
David Rosenblatt, CEO da loja de decoração online 1stdibs.com;
Robert Zoellick, ex-diretor do conselho de acionistas da gestora de investimento AllianceBernstein Holding.
Pesquisas de opinião

Fotos: Reprodução
Nas últimas semanas de março, Musk fez uma série de enquetes com seus mais de 80 milhões de seguidores sobre melhorias no Twitter. O executivo pediu a opinião dos usuários sobre o papel do serviço na defesa da liberdade de expressão e também sobre a possibilidade do algoritmo do Twitter ser código aberto.
Sem avisar que já havia comprado parte da rede social, ele até disse que cogitava a ideia de construir sua plataforma social com o objetivo de proteger o direto de expressão em uma plataforma aberta.
Fonte: Portal G1
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