Cantora, que morreu de câncer de pulmão, conta em livro que o tabagismo piorou na pandemia
Fumante desde os 22 anos, Rita Lee morreu aos 75, vítima de um câncer de pulmão descoberto em 2021. Em sua nova autobiografia, lançada na última segunda-feira, a cantora detalha em um capítulo inteiro o vício em cigarro e revela ainda que a dependência piorou durante a pandemia da Covid-19.
“A noia existencial e as notícias me faziam consumir três maços e meio por dia, daí batia a culpa por não estar me alimentando. ‘Amanhã eu como’, mentia pra mim mesma. E nessas virei uma caveira fumante, acendendo um cigarro depois do outro”, escreveu Rita no livro.
Rita Lee conta também que conseguiu parar de fumar durante as suas três gestações, mas via o cigarro como uma espécie de companhia: "Pra mim fumar era um prazer, uma chupeta, um velho amigo que me entendia, e ainda havia o ritual de abrir o maço, puxar um cigarro, manuseá-lo um pouco, acendê-lo e dar um longo trago, esquecendo os problemas da vida”.
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Foto: Reprodução
Ainda em seu depoimento, a cantora diz se recusar a virar "garota-propaganda" do antitabagismo. “Se você pretende parar com um vício, o primeiro passo é ‘querer de verdade’ e se concentrar no seu mind power. Ou então aguarde ser merecedora, como eu fui, de uma ‘praga’ das dimensões de Luz”, diz um trecho da autobiografia.
Fonte: com informações do Portal Extra
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