"Me impressiona que ainda hajam pessoas catando lixo no lixão à céu aberto de Autazes...".
"Me impressiona que ainda hajam pessoas catando lixo no lixão à céu aberto de Autazes...".
Com essa frase, o geógrafo, atualmente respondendo pelo IBAMA no Amazonas, inicia mais uma denúncia pública sobre o problema dos lixões nas cidades do Amazonas.
Joel, destaca que, sem políticas de gestão para os resíduos, Autazes sofre com a presença de animais vetores de doenças, a contaminação do lençol freático pelo chorume, e a presença de catadores que se expõem ao risco de serem contaminados através de Resíduos hospitalares possivelmente descartados no local.
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Ele aponta diversos resíduos descartados irregularmente como pilhas, liquidificadores e colchões, mas ressalta que as sacolas plásticas se fazem notar na imagens que recebeu de moradores de Autazes.No texto ele ainda observa que a floresta em volta sofre pela contaminação da Biodiversidade, fauna e flora.

Fotos: Reprodução
A sociedade que mora próximo à esses lugares teriam dificuldades, segundo Joel Araújo, de produzir no local e teriam suas propriedades desvalorizadas, o que os causa prejuízos econômicos.Para ele, a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) foi criada com o objetivo de extinguir os lixões a céu aberto e estabelecer a adaptação para os Aterros Sanitários.
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O Superintendente do IBAMA-AM têm usados suas redes sociais para denunciar a situação dos lixões a céu aberto no Amazonas. Já foram publicadas imagens dos lixões de Parintins, Tefé e agora Autazes.
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