19 de Abril de 2026

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Saúde da Mulher - 19/04/2026

Emagrecimento rápido pode afetar região íntima feminina; entenda

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Foto: Reprodução/Google

Mudanças pouco comentadas incluem impactos na área genital, que pode apresentar redução de firmeza e diminuição do volume após a perda de peso

A perda de peso em curto período tem sido cada vez mais comum, mas os efeitos vão além das mudanças visíveis no corpo. Entre as consequências menos discutidas está a alteração na região íntima feminina, que pode sofrer com perda de volume e elasticidade. De acordo com a ginecologista Ana Carolina Romanini, a estrutura da vulva pode ser diretamente impactada.

 

“A vulva, especialmente os grandes lábios, possui gordura subcutânea e fibras de colágeno que garantem sustentação e proteção. Quando há perda de peso rápida, esse volume diminui e pode levar à flacidez e ao aspecto de ‘esvaziamento’ da região”, explica.

 

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Mudanças vão além da aparência

 

 

 


As alterações não se restringem ao aspecto estético. Em alguns casos, podem interferir no conforto diário e até na autoestima. “Essa perda de sustentação pode gerar maior sensibilidade, desconforto no dia a dia e até interferir na autoestima e na vida sexual. É uma queixa mais comum do que se imagina, mas ainda pouco discutida”, destaca a especialista. Do ponto de vista clínico, a redução de gordura corporal e possíveis carências nutricionais podem comprometer a qualidade da pele, afetando sua capacidade de regeneração.

 

Atenção a sinais e fatores de risco

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Algumas mulheres tendem a perceber essas mudanças de forma mais intensa, especialmente em situações como:

 

emagrecimento significativo em pouco tempo
maior volume de gordura na região antes da perda
fases de menor elasticidade da pele, como o envelhecimento

 

“Quando o emagrecimento acontece de forma muito rápida, o corpo pode não acompanhar essa transformação no mesmo ritmo, o que torna essas alterações mais evidentes”, acrescenta. A fisioterapeuta pélvica Laura Barrios chama atenção para possíveis impactos funcionais. “A perda de peso faz com que a pressão sobre os órgãos pélvicos diminua, mas se não há cuidado específico, pode surgir à incontinência urinária ou prolapso de órgãos pélvicos”, afirma.

 

Tratamentos e abordagens

 


Com o avanço das técnicas, há opções para tratar os efeitos dessas mudanças. Entre elas estão:

 
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fisioterapia pélvica, com exercícios e técnicas específicas
procedimentos que estimulam a produção de colágeno, como radiofrequência e laser
reposição de volume com ácido hialurônico
protocolos combinados, conforme avaliação individual
“A fisioterapia pélvica atua no fortalecimento muscular e na consciência corporal, com técnicas como biofeedback, eletroterapia e exercícios específicos. Isso contribui para a melhora da função, da sensibilidade e da qualidade de vida”, explica Laura. 

 

Fonte: com informações iG

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