Segundo o IBGE, o número chegou a 37,7 milhões de pessoas, o maior da série histórica
A taxa anual de empregados com carteira assinada chegou a 5,8% em 2023, totalizando 37,7 milhões de pessoas, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua , divulgada nesta quarta-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o Instituto, este é o patamar mais elevado desde o início da série histórica em 2012.
Ao mesmo tempo, a pesquisa registrou um acréscimo de 5,9% no contingente de empregados sem carteira assinada no setor privado, atingindo a marca de 13,4 milhões, estabelecendo um novo recorde na série. Já a taxa anual de informalidade passou de 39,4% para 39,2% enquanto a estimativa da população desalentada diminuiu 12,4%, alcançando 3,7 milhões de pessoas.
O rendimento real habitual manteve-se estável em R$ 3.032 entre setembro e dezembro do ano passado, sem apresentar variação significativa na comparação trimestral, porém, evidenciou um aumento de 3,1% no decorrer do ano. A massa de rendimento real habitual atingiu o recorde de R$ 301,6 bilhões em dezembro, um crescimento expressivo de 2,1% em relação ao trimestre anterior e um aumento de 5,0% na comparação anual.
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Foto: Reprodução Google
Em 2023, a população desocupada média foi de 8,5 milhões de pessoas, um número 17,6% menor em relação ao ano anterior. Já a população ocupada média chegou a 100,7 milhões em 2023, o que também marca um recorde da série histórica do IBGE. O resultado representa uma alta de 3,8% em relação a 2022. O nível médio da ocupação cresceu em 1,6 p.p. e chegou a 57,6% em 2023.
Fonte: com informações do Portal iG
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