O engenheiro Giuliano Conte e o cão Weiser, que viajava de Guarulhos (SP) para Aracaju (SE), mas morreu por asfixia no trajeto.
Uma jornada que começou com expectativas de mudança e novos começos se transformou em um pesadelo impensável para o engenheiro civil Giuliano Conte e sua esposa Nathalia, grávida de três meses na época. Enquanto se preparavam para iniciar uma nova fase de suas vidas em Sergipe, a família enfrentou uma tragédia indescritível quando seu fiel companheiro, o cão Weiser, foi vítima de uma morte prematura e cruel durante um voo da Latam entre Guarulhos (SP) e Aracaju (SE).
Weiser, um american bully de porte imponente e leal, embarcou no avião em perfeitas condições de saúde, mas chegou ao destino final sem vida, vítima de asfixia após roer parte da caixa de transporte. O laudo veterinário confirmou os piores temores da família: a perda de seu querido animal de estimação.
A batalha por justiça começou quando o casal, devastado pela perda e pela insensibilidade da situação, decidiu processar a companhia aérea. Após uma longa espera, a decisão judicial concedeu uma indenização de apenas R$ 10 mil, um valor que mal arranha a superfície do sofrimento enfrentado pela família.
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Foto: Reprodução/Google
Determinados a buscar uma compensação que reflita a extensão de sua dor, Giuliano Conte e sua esposa agora enfrentam uma luta na justiça para ampliar a indenização para R$ 52 mil. Seu caso ainda aguarda uma revisão pelos desembargadores da Segunda Instância, enquanto eles revivem a dor do passado diante da recente tragédia envolvendo o cão Joca em um voo da Gol.
"O que aconteceu com o Joca esta semana nos fez reviver toda a tragédia de 2021. É uma ferida que nunca cicatriza completamente", desabafa Giuliano Conte. "Esperamos que um dia as companhias aéreas reconheçam a dor que causam e ajam com responsabilidade."
Enquanto a família busca justiça, a Latam emitiu uma declaração afirmando ter implementado medidas para melhorar o transporte de animais após o incidente com Weiser, suspendendo temporariamente a venda de transporte de PETs para revisar e aprimorar seus protocolos.
Para Giuliano, Nathalia e seu filho de 1 ano e 11 meses, a dor da perda de Weiser foi tão profunda que decidiram não adotar outro animal de estimação. O vazio deixado por seu fiel amigo é uma lembrança constante de uma tragédia que mudou suas vidas para sempre."
Fonte: com informações do G1
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