Ex-funcionária do jogador afirmou que foi dispensada enquanto estava grávida e pede indenização de R$ 2 milhões
A empregada doméstica que trabalhava com o jogador Neymar, detalhou, no domingo, 19/11, a situação que vivia e também detalhes do que vivia na casa do atacante do Al Hilal, além de sua demissão por outros funcionários do jogador, em uma entrevista à Rede Record.
A moça, que não teve a identidade revelada, pede agora uma indenização de R$ 2 milhões em processo que corre na Justiça da França, no Tribunal do Trabalho de Saint-Germain-en-Laye, no departamento de Yvelines.
A acusação é de que Neymar tenha feito “travail dissimulé”, que na tradução para o português significa trabalho oculto, que é quando o empregador faz com que o seu empregado tenha um trabalho não declarado, desrespeitando as formalidades legais que estão vigentes na legislação trabalhista francesa.
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Um exemplo claro é quando o empregador não emite as folhas de pagamento para o seu funcionário. A ex-trabalhadora alega ter trabalhado cerca de 70 horas semanais, sem poder tirar férias e nem ter folga. Chorando, ela relatou sobre o dia em que foi mandada embora, em outubro de 2022. Ela, que estava grávida de seu quarto filho, falou sobre o que ouviu naquele momento.
Eles mandaram eu buscar o meu dinheiro com o segurança da entrada principal. (Fiquei) sem apoio nenhum. Nisso, tive até minha luz cortada por uma semana”, disse.
Dificuldades e necessidade do emprego
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Fotos: Reprodução Google
Perguntada por que aceitou ficar nesse emprego, ela foi enfática e disse que era um modo de sobreviver.
“Eles me perguntavam (sobre ficar mais tempo na casa) e eu aceitava porque eu preciso — e precisava. Ser mãe solo com quatro filhos não é brincadeira. Em final de semana, eu trabalhava durante a noite. Como tinha que voltar no outro dia cedo, eu dormia lá. Só que nunca fui paga com adicional noturno. Eu fazia as minhas horas do jeito que pediam, mas eu não sabia disso”, afirmou.
Fonte: com informações do Portal Metrópoles
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