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Geral - 16/06/2022

Feriadão: como não deixar sua viagem se transformar em bomba de Covid

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Foto: Reprodução

Com o feriado, a tendência é que muitas pessoas viagem e estejam em lugares com grande movimentação

Mesmo com grande parte da população vacinada, diversos estados do Brasil estão enfrentando um aumento nos casos de Covid-19. Com o feriado prolongado de Corpus Christi, a tendência é que muitas pessoas viajem e estejam em lugares com grande movimentação.

 

Além disso, o feriado terá uma frente fria causando o retorno da chuva sobre o Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. De acordo com o site ClimaTempo, as mudanças no tempo começam no Rio Grande do Sul na quinta-feira (16). Mas é na sexta-feira (17), que a frente fria vira o tempo de vez no Sul do Brasil e já começa a influenciar algumas áreas no Centro-Oeste e no Sudeste.

 

Para viajar com mais segurança em relação ao Covid, confira quatro pontos para ficar atento:

 

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Viagem de carro

 

 

A recomendação do Ministério da Saúde é não viajar se uma das pessoas do grupo estiver apresentando sintomas respiratórios ou se teve contato com um caso positivo para Covid-19 nos 14 dias antecedentes.

 

Segundo o supervisor do laboratório do ID8 – Inovação em Diagnóstico, Rodrigo Faitta Chitolina, para viagens de carro, o ideal seria que o grupo já faça parte da sua convivência diária, como familiares, por exemplo.

 

“Além disso, paradas desnecessárias podem aumentar o risco de contrair doenças, ao expor o grupo a mais pessoas e superfícies potencialmente contaminadas. Abrir os vidros ajuda na circulação do ar, mas não é a medida de prevenção mais efetiva, como o uso de máscaras, por exemplo”, completa.

 

Ambientes fechados

 

 

Para lugares fechados os especialistas indicam que distanciamento de mais de um metro entre pessoas é uma boa medida de prevenção, além de higienizar as mãos com água e sabão frequentemente e evitar tocar os olhos, nariz e boca.

 

“Também é sempre indicado verificar se o local faz a higienização correta das superfícies compartilhadas com álcool frequentemente, após cada uso. Também é importante lembrar que a Prefeitura de Curitiba e outras cidades voltaram a recomendar o uso de máscaras em ambientes fechados, estando liberado apenas durante as refeições”, explica Chitolina.

 

Doenças respiratórias

 

 

Para o médico otorrinolaringologista da Paraná Clínicas Yasser Jebahi, o período com temperaturas mais baixas aumenta significativamente o número de pessoas acometidas de problemas nas vias aéreas, especialmente as populações mais vulneráveis, como crianças e idosos.

 

Além das tradicionais gripes e resfriados, outras doenças respiratórias estão em seu período de maior risco como rinite, asma, sinusite, otite e pneumonia. Entre as iniciativas de prevenção, o médico sugere cuidado especial com a hidratação, evitar tabagismo, manter os ambientes internos arejados, não se expor a aglomerações e evitar a realização de procedimentos cirúrgicos eletivos.

 

“Ainda estamos na pandemia e temos observado um recente aumento do número de casos. A utilização de máscaras em locais de grande aglomeração é um fator protetivo que deve ser considerado, já que colabora não apenas para diminuição do contágio da Covid como de outras enfermidades de vias respiratórias”, destacou Jebahi, em nota.

 

Clima

 

Fotos: Reprodução

 

Nos meses mais frios do ano, época que está começando, é esperado um aumento dos casos de doenças respiratórias, pois devido ao tempo frio, a tendência é que as pessoas procurem locais fechados e com menor circulação de ar. A Covid-19 também tende a apresentar um aumento de infecções ativas nesse período.

 
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“Com a queda da obrigatoriedade do uso das máscaras, aumento da circulação de pessoas, retorno das atividades presenciais e o retorno das aulas para as crianças, estamos garantindo um novo corredor de circulação e dispersão dos vírus respiratórios”, afirma Chitolina.

 

Fonte: Revista O Dia

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