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Economia - 13/09/2023

Filé-mignon recua 17% e é carne com maior queda de preço em 2023

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Foto: Reprodução Google

Depois do filé-mignon, os maiores recuos de preço foram da alcatra (-13,46%) e do contrafilé (-11,77%). Todos os cortes tiveram queda no ano.

O filé-mignon é o tipo de carne que registra a maior queda de preço do ano até o momento no país, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na terça-feira (12/9).

 

Segundo o IBGE, o recuo do preço do filé-mignon foi de 16,95% entre janeiro e agosto de 2023.

 

As carnes, em geral, tiveram uma redução média de 9,65% no acumulado dos oito primeiros meses do ano. Em agosto, a queda foi de 1,9%. Depois do filé-mignon, os maiores recuos de preço foram da alcatra (-13,46%) e do contrafilé (-11,77%). Todos os cortes de carne registraram queda no acumulado de 2023.

 

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Alimentos em geral

 

Entre todos os alimentos que compõem o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, o filé-mignon foi o sexto item com a maior queda de preço, atrás de cebola (-43,71%), laranja (-36,14%), óleo de soja (-28,86%), abacate (-25,79%) e batata inglesa (-19,33%).

 

O segmento de aves e ovos registrou queda de 6,3% neste ano. O frango em pedaços recuou 11,69%, e o frango inteiro, 9,79%. Os ovos, por sua vez, tiveram aumento de preço de 12,94%.

 

Segundo o IBGE, o grupo de alimentação e bebidas teve deflação pelo terceiro mês seguido em agosto, com recuo de 0,85%. No acumulado de 2023, a queda foi de 0,31%.

 

 

Deflação é a queda média de preços de produtos e serviços, que ocorre de forma contínua. Trata-se de uma “inflação negativa” – ou seja, abaixo de zero.

 

O subgrupo de carnes respondeu pela terceira maior queda no acumulado do ano (-9,65%), atrás de óleos e gorduras (-17,35%) e tubérculos, raízes e legumes (-15%).

 

Inflação em agosto

 

O IPCA ficou em 0,23% em agosto, puxado pelos preços da energia elétrica, acelerando em relação ao mês anterior (0,12%). O comportamento da inflação brasileira, por ora, se mantém “saudável”, de acordo com analistas ouvidos pelo Metrópoles.

 

O resultado veio um pouco abaixo das estimativas. O consenso Refinitiv, que reúne as principais projeções do mercado, previa inflação mensal de 0,28% e, no acumulado de 12 meses, um índice de 4,67%. Divulgado há duas semanas, o IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial, ficou em 0,28% em agosto.

 

Fotos: Reprodução

 

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Segundo o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para este ano é 3,25%. Como há intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, a meta será cumprida se ficar entre 1,75% e 4,75%.

 

De acordo com a última edição do Relatório Focus, do Banco Central (BC), o mercado projeta que a inflação termine 2023 em 4,93%, acima do teto da meta definida pelo CMN.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópole 

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