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Geral - 15/08/2022

Filhos e mulher realizam ato pela paz no Dia dos Pais em memória de petista morto a tiros em Foz do Iguaçu

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Foto: Reprodução

Cerca de 50 pessoas participaram da ação neste domingo(14). Marcelo Arruda foi morto a tiros no próprio aniversário pelo policial penal federal Jorge Guaranho. Crime foi no dia 9 de julho.

Os filhos e a mulher do tesoureiro do PT Marcelo Arruda, morto a tiros em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná realizam no domingo (14), Dia dos Pais, um ato religioso pela paz em memória do petista.

 

Marcelo Arruda foi baleado em 9 de julho pelo policial penal Jorge Guaranho na própria festa de aniversário, que tinha como tema o PT e o ex-presidente Lula. Arruda revidou os disparos e atingiu Guaranho, que ficou internado desde a data do crime, até a última quarta-feira (10), quando teve alta e foi preso.  

 

Cerca de 50 pessoas, entre familiares e amigos, participaram da ação que foi realizada próximo a igreja matriz de Foz do Iguaçu. Eles levam cartazes com dizeres "1º Dia dos Pais sem nosso pai", "chega de ódio, queremos paz e justiça".

 

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Ato pela paz no Dia dos Pais em memória de petista morto a tiros em Foz do Iguaçu — Foto: Giovani Zanardi/RPC Foz do Iguaçu

Foto: Reprodução

 

Com rosas nas mãos, o grupo fez algumas orações e, em seguida, uma caminhada em silêncio em ruas próximas à igreja.

 

Leonardo Miranda de Arruda, um dos filhos do tesoureiro, disse que o ato teve como objetivo pedir justiça e tolerância após amorte do pai. Ele lembrou que este é o primeiro Dia dos Pais sem Arruda.

 

“Pela, pela justiça, pelo fim de todo esse ódio que assombra a nossa sociedade. [...] A Justiça, claro como foi feita, começou a ser feita, que ela continue sendo feita. Que a pessoa que cometeu esse ato que infelizmente tirou o meu pai de mim, hoje estou comemorando o dia dos pais sem meu pai [...] que ele pague pelo que fez. Não vai trazer meu pai de volta, mas é algo que demonstra que a Justiça pode ser feita", afirmou Leonardo.

 

Em Portugal, os bombeiros demoraram uma semana para controlar um incêndio no parque natural da Serra da Estrela, reconhecido pela Unesco, e onde 17 mil hectares foram queimados. Já a França viu anos ainda piores na década de 1970, antes que os dados padronizados fossem estabelecidos em nível europeu. Mas de acordo com esses números, 2022 foi o pior dos últimos 16 anos, em grande parte devido a dois grandes incêndios sucessivos no departamento de Gironde, perto de Bordeaux (sudoeste), para os quais foram necessários reforços de bombeiros alemães, poloneses e austríacos.

 

A situação foi igualmente excepcional na Europa Central. Em julho, os bombeiros levaram mais de dez dias para controlar o maior incêndio da história recente da Eslovênia, com a ajuda de uma população mobilizada com tanto entusiasmo que o governo teve que pedir aos moradores que parassem de fazer doações aos bombeiros. Sem aviões especializados no combate a incêndios, a Eslovênia teve que pedir ajuda à Croácia, que enviou um avião antes de trazê-lo de volta para apagar seus próprios incêndios. Por esta razão, o governo esloveno considera a compra do seu primeiro avião-cisterna.

 

Em termos de área, atrás da Espanha estão a Romênia (150.528 hectares), Portugal (75.277 hectares) e França (61.289 hectares). Se for considerado apenas o período de verão, "2022 já é um ano recorde", explica à AFP Jesús San Miguel, coordenador do EFFIS. O recorde anterior na Europa data de 2017, quando 420.913 hectares queimaram até 13 de agosto e 988.087 hectares em um ano."

 

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"Espero que não tenhamos o mês de outubro que tivemos naquela época, quando 400 mil hectares foram arrasados em toda a Europa", acrescenta Jesús San Miguel. "É que a seca excepcional que assola a Europa, somada às ondas de calor, é uma fórmula devastadora. Até agora, estas condições de extrema secura eram observadas principalmente no Mediterrâneo, e agora "acontece na Europa Central", aponta Jesús San Miguel.

 

Fonte: Portal G1

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