17 de Maio de 2026

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Diversidade - 07/04/2023

Governo cria Conselho Nacional dos Direitos LGBTQIA+

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Foto: Reprodução

O conselho trabalhará na idealização e execução de ações e medidas governamentais para pessoas que integram a comunidade LGBTQIA+

O governo federal editou um decreto que cria o Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queers, Intersexos, Assexuais e Outras (CNLGBTQIA+). A medida foi publicada na edição extra do Diário Oficial da União (DOU), na ultima quinta-feira (6/4).

 

Segundo o decreto, o conselho trabalhará na idealização e execução de ações e medidas governamentais para pessoas que integram a comunidade LGBTQIA+.

 

A criação do conselho já havia sido confirmada pelo ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida. Para ele, a instalação do Conselho Nacional LGBTQIA+ “é uma das maiores necessidades na construção de políticas públicas efetivas para este segmento da nação. Nesta estrutura, a participação social será essencial para alcançarmos todos com efetividade”.

 

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Conselho Nacional dos Direitos LGBTQIA+ é criado pelo governo para promover  a inclusão

 

O grupo contará com 19 representantes de organizações da sociedade civil e outros de 19 representantes de ministérios do governo. Os membros ainda serão escolhidos pelas pastas e entidades.

 

O conselho deve trabalhar para as seguintes propostas:

 

Governo Lula cria Conselho Nacional dos Direitos LGBTQIA+

Fotos: Reprodução

 

-propor estratégias para a avaliação e o monitoramento das ações governamentais voltadas às pessoas LGBTQIA+;
-promover a realização de estudos, debates e pesquisas sobre a temática de direitos e inclusão;
-apoiar campanhas destinadas à promoção e à defesa de direitos e de políticas públicas para as pessoas LGBTQIA+;
-acompanhar e apresentar recomendações para projetos legislativos que tenham implicações sobre essa comunidade;
-receber e analisar representações ou denúncias de condutas ou situações contrárias aos direitos das pessoas LGBTQIA+.

 

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O decreto também prevê que o órgão possa instituir câmeras técnicas e grupos de trabalho ou estudo, além de elaboração de propostas sobre temas ligados ao assunto.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles

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