26 técnicos das Unidades Locais (UnLoc's) do instituto concluíram a capacitação, que teve seu encerramento nesta sexta-feira
Nesta semana, até o dia 15/03, 26 técnicos de Unidades Locais (UnLocs) integrantes do Projeto Prioritário (PP) da Castanha do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) participaram do curso de “Boas Práticas de Manejo da Castanha-do-Brasil”. O curso contou com aulas teóricas e práticas, incluindo uma visita técnica à Fazenda Aruanã, que é referência no cultivo sustentável da semente.
Em parceria com a Secretaria do Estado do Meio Ambiente (Sema) por meio do Projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia (ASL), a iniciativa teve como objetivo capacitar os técnicos por meio do acesso a boas práticas, métodos e tecnologias utilizadas na cultura. Com o conhecimento obtido, o foco, também, é tornar os participantes disseminadores de informações sobre a atividade aos extrativistas atuantes no cultivo da castanha do Brasil.
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“Essa foi uma oportunidade de garantir mais conhecimentos aos técnicos do nosso instituto, uma vez que são eles que atuam direto na ‘ponta’ e garantem a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) ao produtor”, disse o diretor-presidente do Idam, Vanderlei Alvino.
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Alvino acrescentou, ainda, que a capacitação dos técnicos é fundamental para a operacionalização não apenas do PP da castanha do Brasil, mas para todos os demais projetos prioritários do Idam, que, atualmente conta com 17 PP’s e quatro projetos especiais voltados às mais diversas cadeias produtivas do setor primário amazonense.
Capacitação
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O Curso “Boas Práticas de Manejo da Castanha do Brasil” contou com duas etapas: a primeira consistiu em aulas teóricas no auditório do Idam, em Manaus, e a segunda envolveu as aulas práticas na Fazenda Aruanã, localizada no município de Itacoatiara (a 176 quilômetros de Manaus), na rodovia AM-010.
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Fotos: Marfran Vieira / Idam
“Foi uma semana de muito aprendizado, na qual os profissionais adquiriram os conhecimentos técnicos necessários voltadas à cultura da semente e poderão instruir os extrativistas amazonenses, por intermédio de ações e ideias inovadoras direcionadas ao nosso setor primário”, concluiu a engenheira florestal do Idam, Nadiele Pacheco.
Fonte: com informações da Assessoria de Comunicação do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam)
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