Imagens mostram aeronave de vigilância E-3 destruída; equipamento é usado para monitorar grandes áreas de combate em guerras
Um ataque do Irã atingiu uma base aérea na Arábia Saudita e deixou danificado um dos principais aviões militares dos Estados Unidos, que custa U$ 270 milhões, cerca de R$ 1,4 bilhão na cotação atual, e age como espião. As imagens começaram a circular no fim de semana e mostram o modelo E-3 Sentry praticamente destruído em uma pista.
Os registros foram analisados pela CNN, que comparou o local com imagens de satélite feitas no início do mês. No mesmo ponto, havia um avião do mesmo tipo estacionado dias antes.O ataque deixou pelo menos 10 militares americanos feridos, segundo a emissora. Não há informação de mortes. Uma aeronave usada para reabastecimento em voo também foi atingida na mesma base, de acordo com fontes ouvidas pela CNN.
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Foto: Reprodução/Google
O E-3 não é um avião comum. Ele funciona como uma espécie de “olho” no ar para as forças americanas.É aquele modelo com um disco grande em cima da fuselagem. Ali fica o radar que varre o céu e identifica o que está voando, seja inimigo, aliado ou qualquer outra aeronave. Com esse sistema, o comando militar consegue acompanhar movimentos em uma área enorme e orientar ataques ou defesas.Nas imagens que circulam, essa estrutura aparece caída no chão, ao lado do que sobrou do avião.
Ataque aumenta pressão sobre forças dos EUA
O confronto começou em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel bombardearam alvos militares e nucleares do Irã. Um dos primeiros ataques atingiu a cúpula do regime em Teerã e matou o aiatolá Ali Khamenei. Outros integrantes do alto escalão também foram mortos.
Desde então, o Irã passou a lançar ataques diretos, e grupos aliados, como o Hezbollah, abriram novas frentes.A base atingida fica na Arábia Saudita, um dos pontos usados pelos Estados Unidos na operação militar na região. Nos últimos dias, alvos americanos fora de Israel passaram a entrar na rota de ataques do Irã. Isso inclui bases e estruturas em países do Golfo.
Fonte: com informações Portal iG
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