16 de Maio de 2026

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Internacional - 18/03/2026

Irã promete vingar a morte de Larijani e ataca Israel

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Foto: Reprodução/Google

Duas pessoas morreram em Tel Aviv após queda de mísseis na cidade

O Oriente Médio vive mais um dia de conflito nesta quarta-feira, 18/03. Em resposta direta ao assassinato de seu chefe de Segurança, Ali Larijani, o regime iraniano disparou uma salva de mísseis contra Israel, resultando em duas mortes confirmadas nos arredores de Tel Aviv. A ofensiva ocorre em um cenário de terra arrasada iniciado em 28 de fevereiro, após a eliminação do Aiatolá Ali Khamenei, e coloca as potências globais diante de um conflito que já sufoca a economia mundial com o petróleo orbitando os 100 dólares.

 

Os eixos da escalada no Oriente Médio

 

Retaliação sangrenta: Teerã promete resposta “decisiva” após a perda de Larijani e do comandante da milícia Basij em ataques atribuídos a Israel. Guerra de nervos no Golfo: EUA utilizam bombas de alta potência para tentar romper o bloqueio no Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do óleo mundial. Liderança na sombra: Israel intensifica a caçada a Mojtaba Khamenei, o novo guia supremo iraniano que permanece em local incerto desde sua nomeação.

 

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Foto: Reprodução/Google

 

A Guarda Revolucionária confirmou que os ataques de hoje visam vingar o “sangue do mártir” Larijani. Enquanto mísseis cortam o céu, a retórica em Washington endurece. O presidente Donald Trump, em sua plataforma Truth Social, atacou aliados que hesitam em escoltar petroleiros, reafirmando um isolacionismo beligerante: “Não precisamos da ajuda de ninguém”. Internamente, a Casa Branca enfrenta fissuras: Joseph Kent, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, renunciou por não apoiar a guerra. A resposta de Trump foi curta e ácida, classificando o ex-assessor como “fraco na segurança”.


Israel e a doutrina da “neutralização”

 


O governo de Benjamin Netanyahu não dá sinais de recuo. O porta-voz militar Effie Defrin foi enfático ao declarar que o objetivo é “rastrear e neutralizar” Mojtaba Khamenei. A estratégia israelense foca em decapitar a estrutura de comando da República Islâmica, ignorando as críticas da Turquia, que classifica as execuções políticas como atividades ilegais fora das leis de guerra.

 
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O drama humanitário no Líbano

 


Enquanto as potências medem forças, o custo humano explode no Líbano. Desde que o Hezbollah entrou no conflito para vingar o Aiatolá Khamenei, o país tornou-se um cemitério a céu aberto, com mais de 900 mortos e um milhão de deslocados. Em cidades como Sidon, a estrutura de acolhimento colapsou, forçando famílias a buscarem abrigo em carros e escolas superlotadas. O cenário é de uma catástrofe que, como advertiu o chanceler iraniano Abbas Araghchi, “está apenas começando e afetará a todos”. 

 

Fonte: com informações IstoÉ

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