Ao todo, 2.300 pessoas morreram e há dois brasileiros estão entre as vítimas
Militares israelenses disseram que “aeronaves hostis” vindas do Líbano entraram no país, acionando sirenes em toda a região norte do país enquanto pediam para a população se abrigar.
Os militares não especificaram qual tipo de aeronave conseguiu penetrar o espaço aéreo de Israel, mas já é sabido que o Hezbollah, apoiado pelo Irã, no Líbano, e os palestinos possuem drones e planadores.
Nesta quarta-feira, 11, o Qassam, grupo armado ligado ao Hamas, afirmou ter bombardeado a região de Haifa, uma das maiores ao norte de Israel. Além disso, houve bombardeio no sul do Líbano.
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Foto: Reprodução
Diante do ocorrido, o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, declarou grande preocupação com os relatos de ataques recentes que envolveram o Líbano e o Hezbollah no confronto.
“Apelo a todos os partidos, e àqueles que têm influência sobre esses partidos, para evitarem qualquer nova escalada e repercussões”, disse ele aos jornalistas. Já o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse que Israel tem o direito de se defender contra ataques, mas que espera por respostas para que a tensão e violência não levem a uma escalada da guerra, evitando mais mortes de pessoas inocentes.
Fonte: com informações do Portal iG
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