17 de Maio de 2026

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Direitos da Mulher - 25/03/2024

Justiça por Marielle! "Sensação de dever cumprido", diz Cidinha após prisão de Domingos Brazão

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Foto: Reprodução

Comunicadora da Tupi e ex-deputada conversou com Clóvis Monteiro sobre a prisão de Domingos Brazão no caso Marielle

Por Redação Tupi — Cidinha Campos comentou nesta segunda-feira, 25, no Show do Clóvis Monteiro, da Super Rádio Tupi, a prisão de Domingos Brazão. A comunicadora da Tupi e ex-deputada teve uma série de confrontos com Brazão ao longo dos anos, sempre apontando a ligação dele com o crime.

 

O conselheiro do TCE foi preso no domingo, 24, com seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão, e o ex-chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa. Eles são apontados como mentores intelectuais do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.

 

“Sensação de dever cumprido. Durante todo meu período na Alerj sempre me opus a ele (Brazão). A primeira denúncia que fiz foi em 2004. Já tinha perdido as esperanças, pensei que nunca fosse vencer apesar das minhas denúncias de que ele era um bandido perigoso e matador. Marielle não é a única pessoas que ele mandou matar”, afirmou em entrevista ao comunicador Clóvis Monteiro.

 

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Cidinha sempre apresentou relatórios sobre ações criminosas de Brazão, mas nunca conseguiu que casos de corrupção e assassinatos fossem apurados -  (crédito: TV Globo/Reprodução)

 

Cidinha sempre apresentou relatórios sobre ações criminosas de Brazão, mas nunca conseguiu que casos de corrupção e assassinatos fossem apurados.

 

Ameaça de morte contra Cidinha

 

Ex-deputada Cidinha Campos 'vende' bolos na web | Rio de Janeiro | O Dia

Fotos: Reprodução Google


O relatório final da Polícia Federal que detalha a investigação, inclusive, cita a ex-deputada Cidinha Campos ao falar sobre ameaças públicas de morte de Domingos Brazão a rivais.

 

A comunicadora chegou a registrar boletim de ocorrência contra Brazão, na Polícia Civil do Rio de Janeiro, por ameaça. Em 2014, Cidinha acusou Brazão de, numa reunião, ter dito que a mataria.

 

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“Ele me chamou de puta, vagabunda e disse que mandava matar vagabundo, mas vagabunda, não. Mas que tinha vontade de me matar”, disse Cidinha Campos, à época, no plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). 

 

Fonte: com informações Correio Braziliense

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