16 de Maio de 2026

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Saúde da Mulher - 31/03/2026

Longevidade feminina: o desafio de viver mais e melhor na maturidade

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Foto: Reprodução/Google

Medicina preventiva e combate às desigualdades sociais são cruciais para garantir autonomia e qualidade de vida para as mulheres idosas

O Brasil está envelhecendo rapidamente. Projeções do IBGE indicam que, até 2060, um em cada quatro brasileiros terá mais de 65 anos. Nesse panorama, as mulheres são a face mais visível da longevidade, com uma expectativa de vida, em média, sete anos superior à dos homens.Contudo, por trás dos números, esconde-se um paradoxo: ao mesmo tempo em que vivem mais, as mulheres idosas enfrentam uma série de vulnerabilidades biológicas e sociais que podem comprometer severamente sua qualidade de vida.

 

Após a menopausa, o corpo feminino passa por alterações hormonais que aumentam o risco de doenças silenciosas como osteoporose, hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares. Sem um acompanhamento próximo, essas condições podem evoluir e limitar a autonomia, transformando os anos extras de vida em um período de dependência e fragilidade.

 

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Para Josie Velani Scaranari, clínica geral do check-up executivo do Sabin Diagnóstico e Saúde, as dificuldades da velhice feminina são, em grande parte, o reflexo de desigualdades acumuladas ao longo da vida. "Historicamente, as mulheres cuidam quando jovens, mas não são cuidadas quando envelhecem", ressalta a especialista. A divisão desigual das tarefas domésticas e do cuidado com filhos e pais idosos resulta em interrupções na carreira e menor participação no mercado de trabalho formal. "Essa dinâmica leva a aposentadorias mais baixas e menor segurança financeira, justamente na fase em que o suporte é mais necessário", explica Josie.

 

Essa vulnerabilidade econômica e social tem um impacto direto na saúde. Mulheres idosas vivem mais frequentemente sozinhas e, com a saúde fragilizada, encontram mais barreiras para o autocuidado. "Para envelhecer bem, é preciso uma estrutura que viabilize autonomia. Quando essa base não existe, a prevenção fica em segundo plano, e a qualidade de vida é drasticamente reduzida", completa.

 

Medicina diagnóstica como ferramenta de conhecimento e autonomia

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 


Nesse cenário complexo, a medicina diagnóstica surge como uma aliada indispensável para quebrar o ciclo de vulnerabilidade. Acompanhamentos regulares e exames preventivos permitem que a mulher, junto ao seu médico, assuma o controle de sua saúde, identificando riscos antes que eles se tornem doenças graves. Um check-up personalizado e direcionado para a maturidade feminina deve ser definido pelo médico que atende a paciente ao longo da vida e pode incluir:

 

• Saúde Óssea: A densitometria óssea é crucial para o diagnóstico precoce da osteoporose, condição que afeta uma em cada três mulheres com mais de 50 anos e é a principal causa de fraturas na terceira idade.
• Risco Cardiovascular: Exames como perfil lipídico (colesterol e triglicerídeos) e proteína C-reativa ultrassensível ajudam a monitorar a saúde do coração e avaliar o risco de infartos e AVCs, principais causas de morte no Brasil, inclusive de mulheres.
• Metabolismo e Hormônios: A dosagem de glicemia de jejum, hemoglobina glicada e hormônios tireoidianos (TSH e T4 livre) é fundamental para o controle do diabetes e de disfunções da tireoide, comuns nessa fase da vida.
• Prevenção de Câncer: A realização periódica de mamografia e do exame molecular DNA-HPV, que hoje substitui o Papanicolau, continua sendo vital para a detecção precoce do câncer de mama e de colo do útero, aumentando exponencialmente as chances de cura.Facilitando a jornada de prevenção

 
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O Sabin oferece pacotes de exames pensados para as diferentes fases da vida da mulher, abrangendo desde a saúde ginecológica e hormonal até o monitoramento de riscos cardiovasculares e metabólicos na maturidade. De forma a simplificar a jornada de prevenção e facilitar a conversa com o médico. E por ter um portfólio completo e integrado, a mulher pode realizar desde exames de rotina (sangue, urina) até diagnósticos por imagem e testes genéticos avançados em uma mesma unidade do Sabin. Otimizando o tempo, centralizando o histórico de saúde e facilitando o acompanhamento médico a longo prazo. Para questões mais complexas, como risco de câncer hereditário ou investigação de doenças raras, o Sabin Diagnóstico e Saúde oferece painéis genéticos de ponta. Permitindo que a mulher entenda seus riscos genéticos e adote estratégias preventivas personalizadas e altamente eficazes.
 

 

Fonte: com informações Portal Repercussão

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