Evento reuniu time de especialistas no mercado para debater antirracismo no ambiente de trabalho
Foi pensando no lugar de protagonismo estratégico que as pautas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) devem ocupar nas organizações, assim como no papel da cultura enquanto aliada da transformação social que a Nohs Somos, empresa focada na promoção de impacto social, promoveu a Maratona do Orgulho. O projeto busca reunir pessoas especialistas e referências do mercado para debater temas relacionados às pautas de diversidade, equidade e inclusão.
Já em sua terceira edição, a Maratona do Orgulho é um projeto focado em potencializar o letramento, o engajamento e a sensação de pertencimento em torno das pautas de diversidade, inclusão e equidade, estabelecendo diálogos entre pessoas de diferentes áreas e organizações. A edição #Antirracista, que aconteceu no dia 26 de outubro, foi uma experiência focada na prática antirracista aliada ao negócio, trazendo para o foco narrativas, perspectivas e vivências de pessoas negras e indígenas sobre o mercado de trabalho, bem como a experiência cultural aliada à sensibilização, letramento e visibilidade.
Realizada em formato híbrido - com transmissão online e realização presencial para pessoas convidadas -, o evento contou com 3 painéis sobre temas como o papel da branquitude na luta antirracista, estratégias antirracistas nas organizações e políticas internas. Algumas das pessoas especialistas que compuseram esta edição foram Samuel Gomes, autor do livro “Guardei no Armário”, Grazi Mendes, Head de DEI da ThoughtWorks, Tom Mendes, Diretor do ID_BR, e Vitor Martins, Liderança de DEI na Swap.
Veja também

Atriz de Terra e Paixão relata transfobia em hotel no Rio de Janeiro
Câmara aprova a criação de bancada formada por negros e pardos
.jpeg)
A Maratona do Orgulho #Antirracista busca não apenas trazer letramento, mas também inspirar prática e ação na luta antirracista. Este evento é uma celebração das pluralidades, um fórum para discussões importantes e uma plataforma para a mudança, com o compromisso de construir uma sociedade mais inclusiva e igualitária. Com mais de mil pessoas inscritas online, envolvendo colaboradores de mais de 700 empresas, o evento somou mais de 1200 visualizações nas transmissões e reuniu mais de 130 pessoas convidadas no presencial.
Quanto à composição do público, no online o evento contou com mais de 52% de pessoas negras participantes e 35,5% de pessoas brancas. No presencial, foram 61% de pessoas negras participantes e 36% de pessoas brancas. Mulheres foram cerca de 63% do público.
.jpg)
Um dos pontos mais relevantes da Maratona do Orgulho é que ela movimenta o networking de forma horizontal, reunindo alta liderança e cargos júnior, estagiários e jovens aprendizes em um só espaço e comunidade. Contando com mais de 43% do público online e 57% no presencial sendo liderança e alta liderança, 51% (online) e 29% (presencial) de pessoas analistas/assistentes e 6% (online) e 4% (presencial) de pessoas estagiárias e jovens aprendizes.
O NPS (indicador de satisfação de clientes) da edição #Antirracista foi 95, mantendo o padrão acima de 90 de todas as outras edições. Esse dado demonstra o impacto e a excelência da experiência para todas as pessoas participantes.
.jpeg)
Outro grande diferencial da Maratona do Orgulho é o valor atribuído à perspectiva sociocultural: além de trazer as temáticas de diversidade e inclusão na programação dos painéis, com discussões em torno de tópicos importantes a partir da pluralidade de perspectivas, o evento também possibilita o protagonismo da vivência artística e cultural, que muitas vezes não é contemplada no ambiente corporativo.
A realização presencial da Maratona do Orgulho é feita em parceria com a ZIV Gallery, galeria de arte e cultura localizada em São Paulo, ambiente que agrega à dimensão sociocultural do evento. A edição #Antirracista trouxe DJ set e apresentação de carimbó protagonizada pela DJ afroindígena Carol Tucuju, performance da drag queen Heitora e uma roda de samba no happy hour com o Samba do Adilson.
.jpeg)
Fotos: Reprodução Google
O protagonismo preto e indígena esteve em toda a programação do evento, mostrando que a prática antirracista e a transformação social passam também pelas manifestações artísticas e culturais. “Ter a Maratona falando desse tema com tanto repertório, mas ao mesmo tempo tanta leveza foi sensacional. Nossos líderes que participaram presencial e remotamente adoraram e certeza que saíram de lá com uma sementinha para a ação", contou Fernanda Costa, gerente de recursos humanos na Yduqs, empresa patrocinadora da maratona.
Fonte: com informações do Portal Terra
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.