Três meses após o Mundial, Rainha não poupou críticas à antiga treinadora lamentando ter sido mal aproveitada na competição
Marta ainda tem feridas abertas do 2 de agosto de 2023. A data marcou a queda precoce, ainda na primeira fase, da seleção brasileira feminina na última edição da Copa do Mundo e também a “última dança” da maior artilheira da competição. Três meses depois, a Rainha não poupou críticas à antiga treinadora, a sueca Pia Sundhage, lamentando ter sido pouco aproveitada e o fato de ter atuado fora da posição que considera ideal.
“Eu joguei pouco, e o pouco que joguei não joguei na posição que ela sempre disse que estava me levando. Não houve sinceridade com algumas coisas. Gostaria que quando fosse utilizada, colocada em campo, fosse colocada da maneira que eu sempre joguei “, disse em entrevista ao SporTV, em Montreal, onde o país se prepara para um amistoso com o Canadá neste sábado, 28.
“O Mundial foi bastante frustrante, eu imaginei que eu poderia ter vivido de uma maneira diferente”, completou.
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Foto: Reprodução
A despedida de Marta ocorreu ainda em campo, logo após o empate sem gols diante da Jamaica, resultado insuficiente para a classificação brasileira às oitavas de final.
Visivelmente emocionada, ela terminou a competição com somente 109 minutos em campo (pouco mais de uma partida completa), sendo escalada como titular uma única vez, diante das jamaicanas.
Fonte: com informações do Portal iG
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