04 de Maio de 2026

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Internacional - 04/05/2026

Meta volta a tribunal para julgamento sobre vício de jovens em redes sociais

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Foto: Reprodução/Google

Empresa já foi condenada em março a pagar indenização de US$ 375 milhões

Um julgamento que começa nesta segunda-feira, 4, no estado do Novo México, nos EUA, pode levar um juiz a ordenar mudanças radicais na forma como Facebook, Instagram e WhatsApp operam —uma medida que a Meta adiantou que poderia forçá-la a se retirar do estado.

 

O caso decorre de uma ação judicial movida pelo procurador-geral do Novo México, o democrata Raúl Torrez, acusando a gigante das redes sociais de projetar seus produtos para viciar usuários jovens e de não proteger crianças contra exploração sexual em suas plataformas.O centro do julgamento é saber se as plataformas da Meta criaram um "incômodo público" segundo a lei do Novo México. Essa constatação permitiria ao juiz ordenar medidas amplas destinadas a conter os supostos danos aos usuários jovens. O caso está sendo acompanhado de perto enquanto estados, municípios e distritos escolares em todo o país movem ações semelhantes buscando forçar mudanças em nível setorial.

 

O julgamento desta segunda-feira marca a segunda fase do processo do Novo México. Um júri em março concluiu que a big tech violou a lei de proteção ao consumidor do estado ao distorcer a segurança do Facebook e do Instagram para usuários jovens. A empresa foi condenada a pagar US$ 375 milhões em indenizações. As críticas à segurança de crianças nas redes sociais vêm aumentando há anos. Na quarta-feira (29), a Meta afirmou a investidores que a reação legal e regulatória na União Europeia e nos EUA pode impactar significativamente os negócios e resultados financeiros.

 

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Foto: Reprodução/Google

 


Espera-se que o gabinete de Torrez busque tanto bilhões de dólares adicionais em indenizações quanto uma ordem exigindo que a Meta faça mudanças substanciais em suas plataformas para usuários do Novo México, de acordo com documentos judiciais. O gabinete não detalhou o valor. A Meta afirmou que já abordou muitas das preocupações do estado e ampliou medidas para garantir que seus usuários jovens estejam seguros. A empresa disse, em documentos judiciais na semana passada, que muitas das mudanças que o gabinete de Torrez está buscando são impossíveis de cumprir e podem forçá-la a se retirar completamente do estado.

 
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"O foco do procurador-geral do Novo México em uma única plataforma é uma estratégia equivocada que ignora as centenas de outros aplicativos que os adolescentes usam diariamente", disse um porta-voz da Meta em comunicado. "Em vez de fornecer proteções abrangentes, as exigências propostas pelo estado infringem os direitos parentais e sufocam a liberdade de expressão de todos os habitantes do Novo México." 

 

Fonte: com infomações IstoÉ

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