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Geral - 06/12/2023

Militares brasileiros acreditam que Maduro invadirá a Guiana pelo mar

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Foto: Reprodução Google

Lula se reuniu com equipe para entender o problema

A cúpula militar brasileira está em alerta diante de previsões que apontam para uma possível invasão venezuelana à região disputada de Essequibo, na Guiana. As informações, divulgadas nesta quarta-feira, 6, pelo jornalista Igor Gadelha, indicam que os militares brasileiros acreditam que, se a Venezuela optar por uma invasão, esta seria por via marítima, não terrestre.

 

A dificuldade em realizar uma invasão terrestre é destacada devido à densa selva que compõe a fronteira entre Venezuela e Guiana, tornando o deslocamento de tropas e viaturas blindadas uma tarefa desafiadora. Nesse contexto, a fronteira Brasil-Guiana, com uma vegetação menos densa, é considerada estratégica pelas autoridades militares brasileiras.

 

O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já sinalizou que não permitirá a entrada de militares venezuelanos por essa fronteira. O Exército brasileiro reforçou essa posição ao enviar veículos blindados para a região, demonstrando a determinação do país em se opor a uma eventual invasão.

 

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A possibilidade de uma invasão marítima é considerada mais viável, com o Oceano Atlântico sendo apontado como o caminho preferencial para o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Militares brasileiros especulam sobre o possível envolvimento de potências internacionais, como Estados Unidos e Inglaterra, para impedir uma anexação venezuelana na região disputada.

 

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Diante desse cenário tenso, o presidente Lula convocou o ministro da Defesa, José Múcio, para uma reunião em Brasília. Além disso, estão previstas conversas com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, e com o ex-chanceler Celso Amorim, atual assessor internacional de Lula. A expectativa é que desses encontros resulte uma posição mais clara do Brasil em relação às tensões na região e ações diplomáticas para lidar com a situação, buscando soluções pacíficas e cooperação internacional.

 

Fonte: com informações do Portal iG 

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