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Interior em Destaque - 03/04/2022

Ministério Público do AM abre inquérito para investigar médica por faltas ao trabalho, em Humaitá

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Foto: Reprodução

Segundo a promotoria de justiça que investiga o caso, mulher não compareceu ao trabalho entre janeiro de 2020 e dezembro de 2021.

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou um Inquérito Civil para apurar a possível prática de improbidade administrativa e de enriquecimento ilícito por uma médica, lotada na Prefeitura Municipal de Humaitá, no interior do Amazonas.

 

Segundo a promotoria de justiça que investiga o caso, a mulher não compareceu ao trabalho entre janeiro de 2020 e dezembro de 2021.

 

"[...] Apesar de perceber sua remuneração mensal e não estar no gozo de licença, deixou de comparecer ao seu local de trabalho. Caso constatada a notícia de fato do ilícito, tem-se, pelo menos, o enriquecimento ilícito da servidora e, até mesmo, a prática de ato de improbidade administrativa", explicou o promotor de Weslei Machado Alves.

 

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Ao consultar o sistema de informações de segurança pública, a promotoria verificou que a investigada tem residência no Distrito Federal e também seria sócia-administradora de uma empresa de atividades médicas e estética também na capital federal.

 

"Dentre outras medidas para apurar a prática de ato de improbidade administrativo, determinou-se a requisição de informações funcionais à Prefeitura Municipal e às companhias aéreas, para a definição do descumprimento do dever de comparecimento pessoal para a prestação de suas atividades funcionais e prestação e, se houver, da extensão das faltas. Tais medidas são imprescindíveis para a determinação do valor do dano suportado pelo município".

 

A promotoria pediu à Prefeitura de Humaitá receitas, requisições de exames, laudos médicos e outros documentos da prática médica preenchidos, presencialmente, pela servidora, no exercício de suas atribuições em unidades de saúde do município, no período mencionado.

 
 
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Também devem ser indicados os dias em que não há produção médica, em diversidade com a folha de frequência da servidora.

 

O MP também solicitou à Secretaria de Saúde acessos presenciais a computadores das unidades de saúde com login e senha da médica. O órgão também precisa informar se houve a instauração de procedimento disciplinar contra a servidora para apurar o seu não comparecimento ao trabalho.

 

Fonte: Portal G1

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