17 de Maio de 2026

NOTÍCIAS
Direitos da Mulher - 28/03/2023

Mulher consegue na Justiça direito de voltar para casa após ser expulsa e agredida pelo ex-marido

Compartilhar:
Foto: Reprodução

O pedido foi acatado pela juíza titular do Primeiro Juizado de Violência Doméstica, Suelen Márcia Silva Alves. Ela deve retornar para a casa nos próximos dias.

Uma mulher, de 33 anos, conseguiu o direito de retornar para sua casa com os três filhos, após sofrer agressões e em seguida ser expulsa pelo marido, em Boa Vista. A Justiça acatou o pedido da Defensoria Pública de Roraima (DPE), que divulgou a ação na ultima sexta-feira (24).

 

A Justiça determinou ainda o arrombamento, caso o imóvel esteja trancado. A ação é da última quarta-feira (22). A vítima sofria violência doméstica, o que resultou na expulsão dela e dos filhos – que são frutos de um relacionamento anterior da mulher. Ela deve retornar para a casa nos próximos dias.

 

O ex-marido é garimpeiro e a casa em que eles viviam está abandonada, pois ele está em região de garimpo ilegal. A defensora Terezinha Muniz, e titular da Defensoria Especializada de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher, conta que inicialmente a vítima pediu apenas medidas protetivas por não saber que tinha direito a reaver o lar em que morava.

 

Veja também

 

Veja ponto a ponto do Decreto para que negros ocupem pelo menos 30% dos cargos de confiança do governo

ONG se mobiliza para incluir violência política e obstétrica na Lei Maria da Penha

 

Sobrevivi a meu marido, e agora?': como violência doméstica marca mulheres  para resto da vida - BBC News Brasil

Foto: Reprodução

 

“De imediato, nós fizemos um pedido à Justiça para que as medidas protetivas fossem ampliadas para garantir a ela o direito de ser reconduzida ao lar, após o afastamento do agressor”, explica.

 

A vítima está desempregada e não tem parentes e amigos em Boa Vista e, por isso, precisou alugar um apartamento no valor de R$ 600 após a expulsão violenta. Depois de um mês, ela não conseguiu um emprego e, com o aluguel atrasado, ela corria o risco de ser despejada junto com seus filhos.

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.
 

“O nosso papel foi o de cumprir com a nossa missão constitucional. Aqui, nós atendemos vítimas de violência baseada no gênero e, cumprindo com a nossa missão, fizemos o pedido que foi deferido”, diz a defensora.

 

O pedido foi acatado pela juíza titular do Primeiro Juizado de Violência Doméstica, Suelen Márcia Silva Alves. Os oficiais de justiça então fizeram contato com a assistida, que deve retornar a sua casa nos próximos dias.

 

Fonte: com informações do Portal G1

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.