16 de Maio de 2026

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Elas nos inspiram - 05/04/2024

Mulheres Inspiradoras: descubra as histórias de professoras que estão realizando feitos extraordinários

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Foto: Reprodução/Google

Como tantas outras, elas transformam a vida de muitas crianças e adolescentes, com pouquíssimos recursos:

Para celebrar essa profissão tão linda e importante, vamos contar aqui no blog histórias de professoras inspiradoras.

 

Como tantas outras, elas transformam a vida de muitas crianças e adolescentes, com pouquíssimos recursos:


O trabalho de Débora é tão incrível que foi reconhecido internacionalmente: ela foi escolhida entre mais de 10 mil candidatos de 179 países para ser finalista do Nobel de educação, o Global Teacher Prize. Mesmo com a dura realidade de seus estudantes do EMEF Almirante Ary Parreiras, em São Paulo, a professora coloca seus alunos como protagonistas da aprendizagem.

 

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Débora Garofalo

 

 

De forma criativa, ela ensina robótica utilizando sucata encontrada na comunidade, aplicando experiências e conhecimentos prévios dos alunos.


“Quando assumi a sala de informática, os alunos só queriam jogar, mas com o passar do tempo, mostrei pra eles que o laboratório tem outras finalidades, e que o computador não é um instrumento final, mas faz parte do processo”, conta a professora.

 


Rosely Marchetti Honório

 

 

 

Ao notar no ambiente escolar muito bulling em relação a alunos migrantes, a professora Rosely desenvolveu atividades com uso filmes, contos e fotografias para explicar os conceitos de preconceito, discriminação e racismo. Até mesmo a mudança do nome da escola, que passou a homenagear Carolina de Jesus, foi aproveitada para fazer um paralelo entre a história da região e a da mulher, que migrou de Minas Gerais, lutou contra a pobreza e conseguiu realizar seu sonho de se tornar escritora.


Rosely desenvolveu um projeto que rendeu um lugar entre os 10 finalistas do prêmio Educador Nota 10 de 2017. A professora tomou cuidado para que o projeto estivesse relacionado ao trabalho escravo, considerando o contexto da escola e do bairro, onde fica um dos maiores pólos da indústria têxtil do Brasil.

 

Gislaine Carla Waltrik

 

 


Utilizando os princípios da Geografia, a professora Gislaine inovou no modo de tratar de assuntos como preconceito, sexualidade e violência.“A aula de geografia trata do espaço e da relação das pessoas dentro dele. Tem gente que fica presa à ideia de que só trata de relevos e vegetação”, explica.Carla propôs que os alunos traduzissem suas conclusões, dores e histórias de forma artística, com poemas e uma apresentação de teatro, em que uma aluna representa uma personagem contadora de histórias e lê os relatos feitos por seus colegas.

 


Segundo a professora, o corpo é o primeiro espaço que ocupamos. Ela deseja mostrar aos seus alunos como proteger seu espaço e respeitar o dos outros. A fala dessa incrível profissional nos inspira: “O mundo nunca está pronto, nós que o fazemos”.

 

Elisângela Dell-Armelina Suruí, em Rondônia

 

 

Fotos: Reprodução/Google


Dezessete anos atrás, a professora chegou a uma aldeia em Cacoal, Rondônia, como voluntária para dar aulas em uma das 10 escolas nas terras indígenas do Povo Paiter. Ela resolveu ficar e por lá conheceu seu esposo, teve três filhos e encontrou seu propósito na educação.Elisângela era do Espírito Santo e nunca tinha morado longe da cidade grande, mas passou a amar aquela pequena comunidade como se fosse seu lar. Cuidando da alfabetização das crianças, se deparou com uma barreira: o idioma. Apesar das crianças falarem o português além do idioma materno, havia grande dificuldade das crianças em escrever.

 

Foi então que ela teve a ideia: desenvolver junto com a turma um material didático bilíngue para a alfabetização.Seguindo o alfabeto, ela e os alunos da turma multisseriada (com crianças de 5 a 11 anos) buscaram objetos e histórias do seu cotidiano para o aprendizado. Para a letra A os pequenos desenham o cesto comum usado na aldeia, o Adoh. B é de Bork Ah, uma fruta da região.

 

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Ao participar da confecção de um livro, eles passaram a entender melhor o enunciado dos livros didáticos. Ela ficou orgulhosa quando um aluno sugeriu que, além do alfabeto em português e Paiter, fosse incluída a linguagem de sinais. A criança lembrou que não tinha colegas surdos, mas que existiam alguns em outras aldeias.Ganhando um importante prêmio, o projeto recebeu a visita do vice-governador de Rondônia.Com esse destaque, foi possível conseguir que o material das cartilhas fosse impresso para que chegar a outras crianças.

 

Fontes: com informações do Portal porvir.org 

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