17 de Maio de 2026

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Mulher em pauta - 10/09/2023

Mulheres ocupam cada vez mais espaços no Agro

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Foto: Reprodução/Google

Participação feminina é a maior da história em 2023

Bastou dar uma caminhada pelas avenidas plenas de máquinas, equipamentos e tecnologias digitais para constatar um fato óbvio: as mulheres estão por todos os lados. Na feira uma série de eventos e demonstrações de produtos marcaram a agenda delas.


“Este ano, na Agrishow, fato relevante é ser o ano com mais participação de mulheres. O outro foi a participação de latino americanos”, diz Nina Plöger, do IPDES, consultoria com foco em desenvolvimento de negócios e estratégias, e uma estudiosa de movimentos sociais no agro.

 

“Estou impressionada com o número de mulheres empreendedoras, ou seja, que estão à frente de suas fazendas e empresas no setor de agro. Acho que a estatística é muito positiva.” Plöger também faz parte do ForbesMulher Agro, um movimento que a Forbes Brasil lançou durante a feira e que tem como presidente a produtora rural e engenheira de alimentos Helen Jacintho.

 

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“Aqui em nossa região temos visto muitas mulheres em posição de liderança no agro. Também penso nas próximas gerações, tenho duas filhas e quero deixar o mundo de portas abertas para elas”, afirma Daniele Alkmin Carvalho Mohallem, que está no ForbesMulher Agro. Mohallem é CEO da Agrorigem – The Coffee ID, empresa especializada em cafés especiais de origem, e também está à frente do projeto Agrorigem by Woman, dedicado a criar valor aos pequenos produtores de agricultura familiar, além de presidente da Associação das Empreendedoras do Café de Santa Rita do Sapucaí ( MG).

 

A Agrishow preparou um espaço para esses pequenos produtores e produtoras mostrarem e venderem seus produtos artesanais, uma iniciativa que ocorre pelo segundo ano consecutivo. Em geral, pequenos produtores de artesanais, como queijos, vinhos e doces, enfrentam um longo caminho para a legalização de sua produção. Um dos estandes que chamava a atenção pela recente história foi o da Cabanha Mulekinha, de Ibiúna (SP), que passou por uma história na qual o governo do estado veio a público pedir desculpa pelo ocorrido.

 

 

 

A queijaria que trabalha com leite de vacas jersey, uma das raças premium no mundo como fonte de matéria-prima de qualidade, e mesmo com a documentação de SIM (Serviço de Inspeção Municipal) já aprovada, teve sua produção de 266,5 quilos de queijo artesanal descartada por erro de um funcionário público (hoje afastado do cargo).

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

A história viralizou nas redes sociais. “Foi muito sofrimento e dor ver todo meu queijo destruído e chorei muito. Mas estamos de volta e espero que nossa história fique no passado. O importante é que não aconteça para mais nenhum produtor”, disse Luzita Camargo, 59 anos, que faz parte da APQA (Associação Paulista do Queijo Artesanal).

 

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Não por acaso discussões, debates, seminários e outras atividades ligadas à presença de mulheres empreendedoras contaram com um espaço exclusivo, dentro do parque de exposições, chamado Agrishow Pra Elas, também uma ação que ocorre pelo segundo ano consecutivo. Durante toda a semana a agenda foi tomada por temas como sustentabilidade, histórias inspiradoras, gestão de pessoas e formação de lideranças.

 

Fonte: com informações do Portal Forbes

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